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segunda-feira, 30 de março de 2009

Mundo das Marcas

Caros professores e alunos,

Segue abaixo um link para um blog muito interessante sobre marcas ao redor do mundo. Interessante para quem curte design, marketing e também administração de uma forma geral.

http://mundodasmarcas.blogspot.com

Aproveitem,


Rodrigo Miranda

sábado, 28 de março de 2009

Turma de Responsabilidade Social e Gestão Ambiental


Caros alunos,

Esta semana estamos no aguardo das provas e também do bebê da aluna Maria Helena. Segue a foto (esq. para direita Fernando, Neilson, Maria Helena, Rodrigo, Aline, Giulliarde, Baltazar) tirada em nossa última aula.

Parabéns, Maria Helena!

Um grande abraço a todos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Trabalho Transdisciplinar 1

Caros alunos e professores,

Começaremos hoje uma série de postagens no blog da administração da UNIESSA com a para trabalharmos o conceito da transdisciplinaride de elementos para a discussão do trabalho transdisciplinar. Antes é interessante entendermos o conceito de transdisciplinaridade. No Livro “Educação e Transdisciplinaridade” (UNESCO,2000) temos que "a transdisciplinaridade àquilo que está ao mesmo tempo entre as disciplinas, através das diferentes disciplinas e além de qualquer disciplina. Seu objetivo é a compreensão do mundo presente, para o qual um dos imperativos é a unidade do conhecimento" (UNESCO,2000,pg.11).
É essa compreensão do mundo presente almejada com os trabalhos acadêmicos que os grupos estão produzindo.
Abaixo segue um pequeno vídeo com depoimentos e a opinião de uma especialista em transdisciplinaridade, Regina Migliori.
Espero que contribua para o debate.

Um abraço.

Rodrigo Miranda

quinta-feira, 26 de março de 2009

Entenda a Crise Financeira Mundial


por Compulsivo em

Alguns bancos quebraram, mas quem vai pagar a conta somos nós.

A crise financeira mundial que se descortina na nossa frente com manchetes intimidadoras em todos os noticiários tem uma causa muito simples: A falta de liquidez no mercado.

Traduzindo em miúdos, falta de dinheiro.Existem duas economias paralelas. Aquela que você e eu conhecemos, onde recebemos nosso salário final do mês, pagamos nossas contas, compramos alguns produtos para nossa sub-existência, eventualmente alguns bens de consumo duráveis e por ai vai...

Mas também existe uma economia virtual, aquela dos investidores e dos banqueiros, onde o dinheiro não é de verdade, mas eletrônico e fica pulando de galho em galho, especulando em busca da melhor rentabilidade.

O que aconteceria se eu, você, seu vizinho e o vizinho do seu vizinho, fossemos aos bancos aos mesmo tempo sacar todo o saldo de nossas contas bancárias? Certamente o banco não teria caixa para bancar todos os depósitos dos seus clientes de uma só vez.

Isso ocorre porque os bancos não nos emprestam dinheiro de verdade quando fazemos um financiamento. Eles simplesmente digitam alguns dados num terminal de computador e o crédito aparece como num passe de mágica na nossa conta.Este dinheiro não veio de outro correntista, ele simplesmente apareceu do nada na sua conta, mas agora você tem uma dívida para com a instituição financeira e vai ter que paga-la com juros e em dinheiro real, que será posteriormente incorporado ao capital do banco.

Quando vários investidores e especuladores resolvem ao mesmo tempo "realizar" seus lucros obtidos através de especulação, adquirindo propriedades na economia real, instaura-se uma crise de liquidez.

Percebe-se então que não existe de fato, todo aquele dinheiro virtual que circulava entre os bancos, que passam a desconfiar um do outro, culminando numa crise de confiança.

No início, a imprensa americana tentou jogar a culpa dessa crise nos mutuários inadimplentes do sistema de financiamento habitacional nos Estados Unidos, mas convenhamos. Era preciso muito mais que uma centena de formiguinhas caloteiras para gerar uma crise desta proporção.Mas a conta quem vai pagar certamente serão as formiguinhas...


fonte: Blog "Usuário Compulsivo" / Imagem: Diário Gauche

sexta-feira, 20 de março de 2009

Exportação brasileira deve cair 11% em 2009 - Jornal do Comércio

As exportações brasileiras devem cair em pelo menos 11% em volume em 2009 e a redução mundial do comércio já passa a ser equivalente à queda registrada nos anos 1930. Pior: uma plena recuperação dos fluxos aos níveis de 2007 e 2008 poderia ocorrer apenas a partir de 2012.

Os dados foram divulgados ontem pelo Escritório de Análise Econômica da Holanda, considerado como uma entidade de referência sobre dados comerciais. A constatação é de que a América Latina terá um dos piores resultados em termos comerciais globais neste ano. No mundo, a nova projeção indicou uma queda do comércio de 12,5% em volume em 2009. Para 2010, os países ricos continuarão a sofrer uma queda de suas exportações.

Os especialistas holandeses estimavam que o comércio mundial iria encolher em mais de 10% em 2009, bem acima de qualquer previsão da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em valores, a queda seria de 22%. "Esses números não eram vistos desde os anos 1930. A partir de 1945, não há nenhum registro de quedas como a que teremos neste ano", afirmou Wim Suyker, autor da projeção. "O encolhimento do comércio é drástico e afetará em cheio a América Latina", disse. A queda na demanda nos países ricos, falta de créditos para exportação e ainda medidas protecionistas devem aprofundar a crise no setor comercial. 

A América Latina sofrerá uma queda de 11,5% em suas exportações no ano. A redução é a maior entre todas as regiões de países em desenvolvimento. Na Ásia, a queda será de 10,75%, contra 6,5% apenas na China. Os últimos meses de 2008 já tiveram um impacto no comércio latino-americano. O ano terminou com uma queda de 2% no volume exportado pela região ao mundo, e a América Latina foi o único continente a registrar uma contração. "O Brasil, por sua dependência em exportações de commodities, será um dos países mais afetados", afirmou Wim Suyker. Segundo ele, a queda deverá ser de pelo menos 11% para o Brasil. 

Outro país na região que sofrerá em 2009 será o México, diante de sua relação comercial de proximidade com a economia americana, em plena recessão. Parte da explicação para o resultado negativo no Brasil está nos países ricos. A previsão é de que os Estados Unidos reduzirão suas compras de produtos importados em 14% em volume em 2009. Na Europa, a queda de importações será de 10,5%, contra uma queda de 20% no Japão. Já a China, um dos principais mercados para as exportações latino-americanas, sofrerá uma redução de suas importações em 9,5% em 2009. A queda das importações na América Latina também será substancial, com redução de 12,5% neste ano, depois de um crescimento de 3,5% em 2008.

Entre os países ricos, as estimativas apontam para uma queda das exportações de 13,75% em 2009. Nos Estados Unidos, a redução será de 16% em volume, contra 23% no Japão e 12,5% na Europa. Já em 2008, o comércio dos países ricos ficou praticamente estagnado, com alta de apenas 0,7%, já afetados pelos últimos três meses do ano. 

Escritório de Análise Econômica da Holanda, porém, destaca que as exportações mundiais terão uma leve recuperação em 2010, com uma alta de 2,25% graças à recuperação da Ásia. A taxa é ainda menor que a expansão registrada em 2008, de 2,7%. A recuperação tímida ainda indica que o mundo levará alguns anos para voltar a ter os mesmos volumes de comércio de 2007 e 2008. Os especialistas apontam que isso poderia ocorrer apenas em 2012 ou 2014.

No caso da América Latina, a estimativa é de que as exportações voltem a se expandir em 2% em 2010, em comparação aos níveis baixos de 2009. A taxa será bem abaixo dos demais países emergentes que, em média, irão crescer em 4,25%. Na China, a alta será de 7,25%. As importações latino-americanas vão crescer em 1% em 2010, contra uma taxa de 2% em média nos países em desenvolvimento. A China terá uma alta de 4%.

Já os países ricos continuarão patinando em 2010. As exportações dos Estados Unidos sofrerão uma contração de 1,5% no próximo ano, contra uma queda de 2% no Japão e uma alta de 1% na Europa. Na Holanda, que depende do comércio para garantir seu crescimento, a queda nas exportações irá gerar uma contração de 3% do PIB. A queda do PIB do país é a maior desde 1931. 

Na zona do euro, a queda do PIB será de 3,25% e o desemprego chegará a 12%. Em relação às importações, os países ricos devem ter uma alta de 1,75%. Nos Estados Unidos, a elevação será de 3,5%, contra uma expansão de 1% na Europa. 


Primeiro bimestre tem recuo de 24% nos embarques de calçados 

Os dados do primeiro bimestre deste ano mostram o dilema do setor calçadista nacional. Enquanto os embarques apresentaram nova redução tanto no volume quanto no faturamento, as importações mantiveram sua trajetória de crescimento. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) obtidos através da Secex/MDIC, neste bimestre, os calçadistas receberam US$ 280,1 milhões, uma queda de 24%. Nos dois meses de 2008, as divisas ficaram em US$ 368,6 milhões. A quantidade de pares embarcados caiu 26%, ficando em 28,8 milhões de pares, contra os 39 milhões exportados de janeiro a fevereiro de 2008. O preço médio foi o único item que apresentou desempenho positivo e fechou com 2,8% de aumento. O par do calçado brasileiro foi vendido a US$ 9,71.

Já a entrada de calçados do exterior, principalmente da Ásia, registrou elevação nas divisas pagas pelos importadores, que aumentaram em 49%. "Estamos muito preocupados com esta situação. O Brasil, além de perder mercado internacional, está sendo continuamente invadido pelos estoques excedentes dos chineses", avalia Milton Cardoso, presidente da Abicalçados. Ao analisar todo o capítulo 64 da NCM, que inclui partes de calçados, o montante das importações no bimestre somaram US$ 40,8 milhões, o dobro em relação a janeiro e fevereiro de 2008, quando o pagamento havia sido de US$ 27,4 milhões.

A entidade está aguardando as conclusões da investigação de antidumping de calçados chineses que está em curso no ministério. Todos os principais países reduziram suas compras do Brasil. Os Estados Unidos mantêm a liderança, mas importaram 32,8% menos no volume e receberam, no bimestre, 8,6 milhões de pares e pagaram US$ 72,2 milhões. O preço médio ficou em US$ 8,38 e o faturamento foi reduzido em 29,3%.

A Itália agora está na segunda posição do ranking. Aquele país, que vem se destacando pela elevação das importações de calçados, neste bimestre apresentou, porém, um recuo de 1,4% no volume e fechou o período com 1,9 milhão de pares pelas quais pagou US$ 32 milhões. O preço médio do par foi de US$ 16,66. O Reino Unido acompanhou a tendência e diminuiu as importações em 39,4% e recebeu 1,4 milhão de pares. Mesmo sendo o país que paga o preço médio mais alto (US$ 21,03) entre os principais compradores, não evitou a redução também do pagamento, que foi 27,3% menor em relação ao bimestre do ano anterior e enviou para o Brasil US$ 30,7 milhões.

Dos seis principais estados exportadores de calçados, o Rio Grande do Sul registrou o maior percentual de queda. No primeiro bimestre deste ano, reduziu 39,36% o volume físico e embarcou 7,7 milhões de pares. O faturamento seguiu a tendência e também ficou negativo em 29,55%. Os gaúchos receberam US$ 160,7 milhões. No mesmo período de 2008, o faturamento havia sido de US$ 228,1 milhões. Com este desempenho, o Estado foi responsável por 57,37% do total faturado pelo Brasil, que foi de US$ 280,1 milhões.

O Estado é o estado líder em faturamento, mas perde em volume para o Ceará. O estado nordestino exportou 13,1 milhões de pares, 21,91% a menos do que no mesmo período de 2008. O faturamento caiu 7,66% e as divisas ficaram em US$ 13,1 milhões. Os paulistas também tiveram resultados negativos com as operações no exterior. São Paulo exportou 1,2 milhão de pares, 38,97% a menos comparativamente ao primeiro bimestre do ano passado, obtendo divisas de US$ 19,4 milhões, 40,36% a menos. 

Os produtos em couro continuam tendo valorização maior no mercado internacional. Mesmo com a redução de 36% no volume exportado no bimestre, que foi de 8,6 milhões de pares, os calçados de couro foram responsáveis pelo faturamento de US$ 192 milhões. Já os calçados em sintético, mesmo com o embarque de 19 milhões de pares, receberam US4 73 milhões. No período, este grupo de calçados teve redução de 36% no volume exportado e de 26,2% no faturamento.

FONTE: JORNAL DO COMÉRIO

BBB: Marketing é coisa séria


O BBB é a grande sensação da mídia televisiva do momento.

Grande em audiência, têm atraído também, a atenção de grandes marcas para a divugação, método usado em séries da própia emissora para a divulgação das mesmas. 

Mas o Marketing, deve ser encarado de uma forma mais séria e cuidadosa para não sujar a imagem da empresa transmitindo uma ótica que não corresponde com a proposta do patrocinador prejudicando a política empresarial de cada empresa.

Eis aqui a questão: O que devemos aprender com o BBB ? O que se passa na tv é de fato essencial para as nossas vidas?
Se for no contexto dos participantes, de forma alguma.

Ninguém saberia nem ao menos digitar seu própio curriculo. Mostrar a bunda na televisão e manifestar comportamentos de taras sexuais é excitante mas não demonstra personalidade.

Querem criar um rótulo que causa a continuidade da exploração daqueles menos instuídos, para questões fúteis e que não sejam de instrução proveitosa.

A única coisa que se observa de útil, são as técnicas que a Rede Globo usa para atrair as grandes corporações (patrocinadores) para a divugação de serviços e produtos e, usar  de maneira barata, personagens que não existem para fazer seu própio marketing como canal de comunicação.

O perigo é sujar a empresa por passar uma imagem ou forma de divulgação que não seja aquela proposta para ser alcançada, perdendo importantes nichos de mercado.

Mas a imitabilidade de consumo dos integrantes pode condicionar os consumidores ao faturamento alto e promissor para os patrocinadores, desde que se observe a forma como essa imagem do produto ou serviço aparece na televisão, e a reação do consumidor em relação ao comercial apresentado buscando ser de acordo com as expectativas de seus clientes em potencial.

"O sabão em pó, é para lavar roupas e não matar formigas", disse um dos participantes.

É preciso tomar cuidado para não jogar a imagem do produto ou serviço no lixo. Tem de se usar de meios de comunicação e profissionais especializados.
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quinta-feira, 19 de março de 2009

O Comércio Exterior do Brasil

O Brasil é a 10ª maior economia mundial, de acordo com os critérios de Produto Interno Bruto diretamente convertido a dólares americanos [1], e está entre as 10 maiores economias mundiais em critérios de "Paridade do poder de compra"[2], sendo a maior da América Latina, e está na 70ª posição no ranking do IDH (Índice de desenvolvimento humano)[3].

O primeiro produto que moveu a economia do Brasil foi o Pau-Brasil no período logo após o descobrimento e mais tarde, com a divisão do Brasil em Capitanias Hereditárias passou a ser o açúcar a principal atividade, e que perdurou por quase todo o período de colônia, vindo a ser substituído como principal atividade pelo ouro da região de Minas Gerais em meados do Sec. XVII. Já independente, um novo ciclo econômico surgiu, agora com o café. Esse momento foi fundamental para o desenvolvimento do Estado de São Paulo, que acabou por tornar-se o mais rico do país.

Apesar de ter dado, ao longo da década de 90, um salto qualitativo na produção de bens agrícolas, alcançando a liderança mundial em diversos insumos, com reformas comandadas pelo governo federal, a pauta de exportação brasileira foi diversificada, com uma enorme inclusão de bens de alto valor agregado como jóias, aviões, automóveis e peças de vestuário.

Hoje, a pauta do Brasil é considerada moderna e diversificada, incluindo aviões. Atualmente o país está entre os 20 maiores exportadores do mundo, com US$ 118 bilhões (em 2005) vendidos entre produtos e serviços a outros países. Mas com um crescimento vegetativo de dois dígitos ao ano desde o governo Fernando Henrique, em poucos anos a expectativa é que o Brasil esteja entre as principais plataformas de exportação do mundo.

Em 2004 o Brasil começou a crescer, acompanhando a economia mundial. O governo diz que isto se deve a política adotada pelo presidente Lula, grande parte da imprensa reclama das altas taxas de juros adotadas pelo governo. No final de 2004 o PIB cresceu 4,9%, a indústria cresceu na faixa de 8% e as exportações superaram todas as expectativas.

O Brasil é visto pelo mundo como um país com muito potencial assim como a ÍndiaRússia e China. A política externa adotada pelo Brasil prioriza a aliança entre países sub-desenvolvidos para negociar com os países ricos. O Brasil, assim como a Argentina e a Venezuela vêm rejeitando o projeto da ALCA em discussão, apesar das pressões dos EUA. Existem também iniciativas de integração na América do Sul, cooperação na economia.

Seus maiores parceiros comerciais são a União Européia, os Estados Unidos da América, o Mercosul e a República Popular da China.

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fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Comércio_exterior

domingo, 8 de março de 2009

O que é Marketing?


Diante de um tema com "tantos" significados, recorremos à maior enciclopédia aberta da internet para oferecer uma aproximação à definição da palavra MARKETING.

portanto, acesse o link abaixo e aprofunde a sua idéia sobre marketing:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing

ATT,
Equipe Blog Administração UNIESSA.