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terça-feira, 30 de novembro de 2010

OPORTUNIDADE DE TRABALHO - ASSISTENTE DE MARKETING PL...

VAGA: ASSISTENTE DE MARKETING PL

DESCRIÇÃO DO CARGO:
·         Realizar Endomarketing;
  • Apoiar a organização em eventos internos, documentando os mesmos através de fotos, com a finalidade de informá-los para os colaboradores;
  • Participar de forma efetiva nas ações de marketing interno na organização;
  • Realizar a criação de peças publicitárias (sugestões e textos). Consultoria nas ações propostas por outros departamentos da empresa;
  • Realizar a criação de informes e relatórios
  • Realizar a redação e revisão de informes e comunicados eletrônicos, avisos e cartazes direcionados ao público interno.
  • Realizar a criação de peças para o site.
CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS:
  • Superior Marketing ou Publicidade (Superior Completo ou Cursando)
  • Conhecimento em Fotografias
  • Conhecimento em: Corel, Photoshop e demais ferramentas do Adobe.
HORÁRIO DE TRABALHO

·         Horário comercial: Segunda a Sexta


Interessados encaminhar currículo até o dia 05/12/2010 para o email: vagasgestaodepessoas@yahoo.com.br

sábado, 27 de novembro de 2010

Como gerenciar uma crise de imagem...

Nos últimos tempos, principalmente com o desenvolvimento das redes sociais, temos visto o crescimento do número de crises públicas vividas pelas organizações. Essas crises podem variar de recall de produtos, crise financeira, crise societária e fraude de sócios até boatos associados à organização, seus gestores ou sócios. 

Esses momentos são extremamente delicados, pois, além de colocarem em risco a operação de um negócio, trazem aspectos emocionais de grande impacto na saúde e no equilíbrio psicológico das pessoas envolvidas, sejam elas empreendedores ou gestores. 

Ter uma lista de ações já pré-desenhadas e discutidas entre os principais colaboradores e sócios, da mesma forma que em uma simulação de incêndio, ajudará na obtenção do necessário equilíbrio para sair da zona de risco e evitar saltar pela janela a cinco minutos da chegada do resgate. 

Durante minha vida profissional como consultor de empreendedores, e também como empreendedor, assisti a diversas crises e identifiquei atitudes que funcionaram – e outras que conseguiram agravar muito mais o problema. 

Partindo do pressuposto de que não se cometeu nenhum ato ilícito, aqui vai a lista de ações que normalmente funcionam em uma crise de imagem. 

Pior do que o inferno é esperar por ele O problema está aí e deve ser resolvido. O primeiro passo é traçar um plano de ação. Esse plano deverá contemplar os piores cenários e os mais prováveis. Simule o pior cenário e prepare-se para ele. Em momentos assim, a falta de planejamento e a adrenalina gerada pelo desconhecido poderão gerar atitudes desastrosas de que, muito provavelmente, você se arrependerá depois. 

Mostre a sua cara Se você não fez nada ilícito, tem as suas responsabilidades identificadas e um plano de ação desenhado, é importante assumir as suas responsabilidades e dar satisfação aos interessados de como pretende gerenciar o problema. Não tenha medo de se expor. Esconder-se fará com que as pessoas façam suposições sobre o que realmente está acontecendo e, pode ter certeza, essas suposições serão piores do que o real. 

Troque de lugar com o outro 
Um dos melhores exercícios é imaginar-se na posição daquele que está do lado oposto ao seu, ou seja, os eventuais prejudicados ou ameaçados pelos fatos que geraram a crise. Assim, será mais claro saber as suas motivações, necessidades e possíveis reações. Muito provavelmente, se você estivesse do outro lado, teria atitudes muito parecidas. 

Seu maior ativo é sua credibilidade Coloque como prioridade a defesa do seu nome e de sua credibilidade, antes do seu patrimônio pessoal. A ética deve estar antes de tudo. Você pode até garantir algum dinheiro com uma estratégia focada apenas em preservar seus bens materiais, mas lembre-se: muito provavelmente você será penalizado para sempre, principalmente quando tiver outros projetos que dependam de sua credibilidade. 

O mundo está cada vez menor 
Tudo o que você fizer irá alastrar-se rapidamente. Hoje em dia, não só os jornais mas também as redes sociais conseguem fazer com que um assunto ou uma percepção tome vida própria rapidamente. Se você prejudicar uma pessoa que seja, o efeito multiplicador será mais rápido que a luz. 

Esqueça o "nada a declarar" 
Todos têm algo a declarar. O posicionamento claro de sua visão do problema ajudará trazer a solidariedade de outras pessoas com você e sua organização. Muitas vezes, isso irá ajudá-lo a resolver o problema. Se a crise envolver jornalistas, lembre-se de que eles estão fazendo o trabalho deles e que são instruídos a sempre checar todas as variáveis de um problema. Não dar satisfação indica falta de respeito com esses profissionais e levanta suspeitas, mesmo que infundadas. 

Seus colaboradores merecem respeito 
A pior coisa que pode acontecer em uma crise é o colaborador ficar inseguro. Passe a real dimensão dos problemas, assim como os piores cenários e os cenários mais prováveis. Da mesma forma que pior do que o inferno é esperar por ele, o colaborador inseguro poderá imaginar cenários piores que os reais e, no desespero, “abandonar o barco”. 

Lembre-se: empreendedores e empresas de bem não estão livres de crises de imagem. Tenha serenidade, mostre a sua cara, comprometa-se com a solução dos problemas e, acima de tudo, respeite as pessoas. Pode ter certeza que, se seguir essa fórmula, você ainda terá muitos anos pela frente como empreendedor. 

*Carlos Miranda é presidente e fundador do fundo de Private Equity BR Opportunities, mestre em administração de empresas pelo IBMEC RJ e co-autor do livro “Empresas Familiares Brasilieiras”, organizado pelo Prof. Ives Gandra Martins 


fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI190547-17141,00-COMO+GERENCIAR+UMA+CRISE+DE+IMAGEM.html

Imagem do Brasil é debatida em Brasília...

Brasília recebe na próxima segunda-feira, dia 29, o seminário A Imagem do País e a Promoção Turística Internacional. O evento ocorre na segunda e terça-feira e é promovido pela Embratur e pelo Instituto Marca Brasil. O objetivo é discutir a figura do Brasil no mercado internacional em parceria com dois consultores internacionais, especializados no tema. O evento terá a participação do ministro do Turismo, Luiz Barretto, e do presidente da Embratur, Mário Moysés, além do presidente do Instituto Marca Brasil, José Zuquim. 

Questões envolvendo a imagem do Rio de Janeiro depois dos confrontos entre criminosos e a polícia na cidade nesta semana também serão tratadas no evento, pautado, principalmente, pela projeção que a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 dão ao País. O encontro tem abertura oficial programada para as 9h30 e ocorre no Centro de Convenções Brasil 21. As inscrições gratuitas podem ser feitas pelo e-mail: tatiana.dias@marcabrasil.org.br.


fonte: http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/eventos/imagem-do-brasil-e-debatida-em-brasilia_63520.html?pesquisa=1

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Situação de trabalhos dos Tecnólogos - fonte: Revista Gestão Universitária, Edição 249

Décio Moreira
Documentos oficiais e pesquisas mostram que os tecnólogos estão empregados com índices de empregabilidade acima de 90%; que são importantes para o setor produtivo; que a expansão na oferta de cursos de tecnologia é meteórica e que os governos investem milhões com os cursos de tecnologia. Paradoxalmente os tecnólogos encontram dificuldades de reconhecimento e de pleno exercício profissional e de inserção. Estão sujeitos a discriminação, principalmente dos órgãos e empresas públicas, sejam elas, federais, estaduais ou municipais, que não os incluí nos planos de cargos. A Petrobras é o exemplo de atitude acintosa, pois em seus editais de concursos escreve que não aceita tecnólogos. Superados alguns conceitos discriminatórios apresentados nos documentos oficiais anteriores a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional - LDB de 1996, esta lei trouxe nova conceituação, características e finalidades para os cursos de tecnologia, assim tiveram uma grande evolução quantitativa e qualitativa. Para se ter uma ideia, segundo dados do MEC/INEP (2009), da evolução quantitativa em 1996 eram 100 cursos de tecnologia em São Paulo, em 2008 eram 1.601 com 175.237 matrículas e 38.855 egressos.

Fato relevante a ser considerado é a recente inclusão, janeiro de 2010, de 81 títulos de tecnólogos na Classificação Brasileira de Ocupações - CBO que é o documento normalizador do reconhecimento, da nomeação e da codificação dos títulos e conteúdos das ocupações do mercado de trabalho brasileiro. É ao mesmo tempo uma classificação enumerativa e uma classificação descritiva. Definitivamente as mudanças positivas estão acontecendo e será necessário incluir os tecnólogos nos planos de cargos no setor público, ação dependente da vontade política dos parlamentares e governantes, como indicativo de efetivo reconhecimento e importância dos tecnólogos para o país e principalmente como justificativa dos investimentos nessa formação. A mudança de cultura é uma questão antiga, mas mantendo a confusão sobre o ensino, a fase anterior a 1996, foi marcada por uma visão estratégica importante, mas os especialistas deixaram registrados os aspectos culturais elitistas e corporativos. Estava presente nos documentos oficiais a necessidade de profissionais para ocuparem funções subalternas e não transformadores de conhecimentos em inovações.A figura do bacharel, do universitário, do acadêmico, é destacada em detrimento de
outras formas de educação e formação, por exemplo, os cursos de tecnologia. A adjetivação inadequada de cursos de curta duração, intermediário, terminal, oferecido para estudantes menos favorecidos, dentre outros, foram superados em parte. Ainda temos corporações que não perceberam a importância de ampliarmos as opções profissionais na perspectiva de uma melhora tecnológica, social e econômica dos nossos jovens e em consequência do país.

Outro conceito inadequado que deve ser reavaliado é o daqueles que afirmam que o avanço tecnológico exige profissionais qualificados, tornando difícil a comunicação entre os engenheiros, bem qualificados, e os demais profissionais da cadeia produtiva, menos qualificados. Em consequência os engenheiros acabam assumindo funções menos nobres. Para evitar essa subutilização dos engenheiros os tecnólogos assumiriam essas funções. O conceito apresentado acima, altamente preconceituoso, trata da subutilização do engenheiro provocada pelo avanço tecnológico. A subutilização profissional continua existindo e no caso dos tecnólogos, por razões distintas, ela pode ser constatada na pesquisa realizada pelo autor, onde as empresas respondem que os tecnólogos não tem autonomia para as atividades: supervisão (26%), estudo (19%), planejamento (9%), projeto (7%) e direção (12%). Ainda que alguns índices sejam baixos inclusive nas respostas das faculdades, não se pode admitir que um graduado não tenha formação e autonomia para assumir as responsabilidades por atividades próprias da sua graduação. Infelizmente os tecnólogos ainda estão sujeitos a reserva de mercado e oportunismo de muitos empregadores. A grande transformação ocorrida a partir de 1996, com grande incentivo a expansão da oferta de cursos de tecnologia, não resolveu alguns problemas de reconhecimento e inserção. Romper com a reserva de mercado, valorizar a competência e não o título de formação depende da ação dos tecnólogos, das entidades representativas e, principalmente, dos governantes que fazem apologia aos cursos de tecnologia.

As finalidades dos cursos de tecnologia estão bem definidas, quais sejam: incentivar o desenvolvimento da capacidade empreendedora e da compreensão do processo tecnológico da produção e da inovação científico-tecnológica; desenvolver competências profissionais tecnológicas, gerais e específicas, para a gestão de processos e a produção de bens e serviços; 
promover a capacidade de continuaraprendendo e de acompanhar as mudanças nas condições de trabalho; propiciar o prosseguimento de estudos em cursos de pós-graduação; propiciar a compreensão e a avaliação dos impactos sociais, econômicos e ambientais resultantes da produção, gestão e incorporação de novas tecnologias.

Essas características vem ao encontro da atual conjuntura onde o conhecimento é o carro chefe. Para um país que pretende destacar-se e sair da condição de consumidor de tecnologia para produtor de tecnologia, precisa inovar, e isso só acontecerá efetivamente se o investimento em educação for levado a sério e o resultado dessa educação representar reconhecimento e inserção social e profissional. A inovação começa com o próprio sistema educacional que precisa deixar suas raízes bacharelescas e essencialmente acadêmicas universitárias, para um sistema múltiplo contemplando outras formas de educação e profissionalização. Quando 23% das faculdades que responderam à pesquisa apontam que seus egressos não podem assumir responsabilidades sem restrição na área de formação, alguma coisa precisa ser feita. Não será esse tipo de escola que contribuirá para o desenvolvimento tecnológico esperado.

Quando a Confederação Nacional da Indústria - CNI afirma que o desafio de aumentar a densidade tecnológica das empresas brasileiras exigirá não só muitos engenheiros de qualidade como também tecnólogos de primeira linha para trabalhar ao lado destes (grifo nosso) e também constata que a oferta de cursos que formam tecnólogos está muito aquém das necessidades. Cabe refletir sobre que tecnólogo está falando, se um graduado com autonomia e liberdade de ação com capacidade empreendedora e da compreensão do processo tecnológico, da produção e da inovação científico-tecnológica, ou se um tecnólogo dependente e subalterno dos engenheiros. Os cursos de tecnologia representam uma opção estratégica para o país, mas alguns problemas como os acima apresentados precisam ser enfrentados com o mesmo interesse e empenho usado para a sua expansão. Finalmente, pensando numa política nacional, há de se refletir sobre o aumento da oferta de cursos de tecnologia e maior controle na oferta dos bacharelados, estes devem ser oferecidos por instituições de ensino que comprovem excelência e para um público que realmente tem vocação para o estudo teórico aprofundado e a pesquisa científica.
 
 

MARKETING - Marketing em rede social movimentará US$ 38 bi em 2015



Dos US$ 7 bilhões de gastos combinados com publicidade e marketing promocional em redes sociais previstos para este ano em todo o mundo, US$ 5 bilhões – cerca de 71% – serão somente com despesas promocionais, de acordo com um estudo da Borrell Associates. De 2010 a 2015, a consultoria projeta que os investimentos em marketing promocional em redes sociais crescerão cerca de 380%. Em 2011, a cifra deve crescer 40%, para US$ 7 bilhões e, no ano seguinte, desacelerar cerca de 14%, totalizando US$ 8 bilhões. No entanto, em 2013, os gastos em marketing promocional devem dobrar, para US$ 16 bilhões, e continuar em rápido crescimento no ano seguinte, de cerca de 31%, para US$ 21 bilhões. Em 2015, os investimentos declinarão novamente, 12,5%, contabilizando US$ 24 bilhões. 


Embora o relatório mostre que os gastos com publicidade em redes sociais se manterão em níveis inferiores às despesas com promoção ao longo dos próximos cinco anos, a taxa de crescimento total será um ainda maior, de 600%. Até 2015, a Borrell Associates estima que as despesas combinadas com publicidade e marketing promocional em sites de relacionamento chegarão a US$ 38 bilhões, o que, se confirmado, representará um aumento de aproximadamente 440% em relação aos US$ 7 bilhões estimados para 2010. 


No ano que vem, os gastos com publicidade em redes sociais crescerão 200%, de US$ 2 bilhões para US$ 6 bilhões, colocando-a próxima dos investimentos com marketing promocional. As despesas com anúncios se aproximarão ainda mais dos gastos com promoção em 2012, aumento quase 17%, para US$ 7 bilhões. Em 2013, no entanto, os gastos com publicidade ficarão novamente abaixo das despesas com promoção, embora com um crescimento bastante saudável, de 43%, para US$ 10 bilhões. Essa expansão continuará na faixa de 20% até 2014, para US$ 12 bilhões, atingindo 17% em 2015, quando totalizará US$ 14 bilhões. 


A análise da Borrell indica que o rápido crescimento dos gastos com publicidade e marketing promocional em redes sociais será alimentado pelo aumento do consumo de serviços de sites de relacionamento. O documento cita dados da comScore, que aponta que o Facebook sozinho teve mais de 100 milhões de visitantes únicos nos Estados Unidos em dezembro de 2009 e 400 milhões de usuários registrados no mundo. A média de visitas por usuário do Facebook chegou a 27 durante este mês, o que representa quase uma visita por dia. No fim do ano passado, uma em cada nove horas gastas on-line foram em um site de rede social.

COMÉRCIO EXTERIOR - DIPLOMACIA EMPRESARIAL - LOGÍSTICA INTERNACIONAL / Profissional de comércio exterior ganha evidência

Áreas como diplomacia empresarial e logística internacional são destaques

Não é de hoje que o Brasil está em evidência no exterior. Uma recente capa da revista inglesa The Economist mostrou o Cristo Redentor como um foguete, ilustrando que o país decola no sentido de ser mesmo uma potência mundial. 

Diante desse cenário, a carreira em Comércio Exterior ganha evidência. Segundo o economista Celso Grisi, professor de Comércio Exterior da FIA (Fundação Instituto de Administração), não se trata mais de um profissional vinculado exclusivamente às atividades de exportação e importação.

“Mais do que isso, ele deve ser capaz de gerir negócios no exterior, tais como centros de distribuição, unidades de produção no exterior, centros logísticos internacionais, além de compreender o cenário mundial de forma compreensiva”, analisa o professor.

Preparação - Grisi considera que esse profissional deve estar bastante preparado, uma vez que serão exigidos dele diversos tipos de conhecimentos específicos, como funcionamento dos mercados financeiros internacionais, direito do comércio internacional, estratégia de negócios internacionais e relações políticas e diplomáticas. 

“Também serão exigidos conhecimentos sobre os fluxos de comércio e sobre os custos das operações e movimentações físicas de cargas e de estocagens intermediárias”, acrescenta. “Seus conhecimentos devem contemplar ainda as cadeias internacionais de produção, seus padrões e tecnologias.”

Cursos de pós-graduação ou MBA (Master in Business Administration) são ferramentas úteis para profissionais que querem enveredar por essa área. Foi o caminho escolhido pela executiva Kátia Garibaldi, de 37 anos. Formada em Administração, ela começou a trabalhar em uma companhia na área de exportação. 

“Senti falta de ter conhecimentos mais específicos e também tenho o sonho de ser expatriada e ter vivências profissionais internacionais”, conta. Para atingir esse objetivo, cursa uma pós-graduação em Comércio Exterior e busca uma vaga em um MBA internacional. 

Destaques - Celso Grisi enfatiza que as áreas em destaque na carreira estão ligadas às habilidades de negociação e à capacidade de gestão multicultural. 

Entre as áreas mais buscadas estão: diplomacia empresarial, direito do comércio internacional, tributos internacionais, formas societárias e legislações nacionais específicas no tratamento dos capitais internacionais, logística internacional, avaliação dos cenários internacionais e seus impactos sobre as áreas de negócios, mercados financeiro e de capitais, estruturação de operações financeiras e logísticas e análise e estratégias de mercado. “De um modo geral, não há mais espaço para o autodidatismo”, resume o professor.

FONTE: http://economia.ig.com.br/carreiras/profissional+de+comercio+exterior+ganha+evidencia/n1237835670500.html

AGRONEGÓCIOS: Agronegócio de Minas Gerais bate recorde e exportação até outubro soma US$ 6,1 bi



Belo Horizonte – De janeiro a outubro deste ano, as vendas de Minas Gerais para o mercado internacional somaram US$ 6,1 bilhões. O valor já é superior às exportações do agronegócio mineiro dos anos de 2008 e de 2009, até então os recordes estaduais, com US$ 5,9 bilhões e US$ 5,6 bilhões, respectivamente. Outro número histórico deste ano foi atingido com as vendas externas de outubro, maior faturamento mensal já registrado pelo agronegócio de Minas. Os dados foram divulgados pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
“Os recordes deste ano são resultado da valorização de preços dos produtos agrícolas no mercado internacional e do aumento da participação dos produtos de Minas em outros países. Além do crescimento no faturamento, também aumentamos a quantidade vendida para o exterior. O nosso desempenho superou a média nacional”, explica o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana.
O valor das exportações do agronegócio mineiro nos dez primeiros meses do ano cresceu 33% em relação ao mesmo período do ano passado, quando os embarques movimentaram US$ 4,6 bilhões. Na quantidade exportada, o crescimento mineiro foi de 14%, ao atingir 5,9 milhões de toneladas de produtos agropecuários enviados ao exterior. Já a média do agronegócio nacional apresentou um crescimento de 16,5% no valor exportado (US$ 64 bilhões) e de 6,5% da quantidade vendida (99,3 milhões de toneladas).
O café é responsável pela maior parte do faturamento do agronegócio estadual. As vendas nos dez primeiros meses deste ano somaram US$ 3,1 bilhões. Um aumento de 34,8% na comparação com o mesmo período de 2009. As exportações de açúcar também se destacaram com um crescimento de 100,1% no faturamento, que atingiu US$ 853 milhões. Com este valor, a açúcar passou a ser segundo produto na pauta de exportações do agronegócio mineiro.
“Tanto no caso do café quanto do açúcar, o aumento do preço do produto no mercado internacional garantiu a alta do faturamento. Neste ano, houve maior procura por cafés de qualidade produzidos em Minas. Com o açúcar, ainda foi registrado um expressivo aumento de 47% da quantidade vendida para o exterior”, comenta Gilman Viana.
O grupo das carnes – bovina, suína e aves – apresentou um faturamento de 16,2% maior com as exportações deste ano, na comparação com os primeiros dez meses do ano passado. O valor comercializado foi de US$ 631,8 milhões. Neste caso, o crescimento dos valores das vendas da carne bovina (20,6%) e de aves (28,2%) compensaram a queda do faturamento das exportações da carne suína (-27,7%).
As vendas de madeiras e derivados também tiveram bom desempenho neste ano. De janeiro a outubro elas movimentaram US$ 600,2 milhões. Um crescimento de 79,2% na comparação com os dez primeiros meses de 2009. Além da carne suína, os produtos que tiveram desempenho negativo de faturamento no acumulado de 2010 foram: álcool (-34,1%), farelo de soja (-50,8%), soja em grão (-20,2%), couro (-26,7%) e algodão (-13,9%).
Outubro
O valor das exportações do agronegócio mineiro em outubro foi o maior valor mensal da história já registrado pelo Estado. Os negócios somaram US$ 808 milhões. O valor superou o faturamento de agosto de 2010, que até então era o recorde estadual, com US$ 709,5 milhões.
Fonte: Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Estoques de petróleo nos EUA despencam 7,29 mi de barris-AIE - (por REUTERS)

WASHINGTON, 17 de novembro (Reuters) - Os estoques de petróleo nos Estados Unidos registraram uma forte queda de 7,29 milhões de barris na semana passada, para 357,6 milhões de barris, informou a Administração de Informação de Energia nesta quarta-feira.
A previsão do mercado para os estoques da commodity era de alta de 100 mil barris.
As reservas de gasolina do país também diminuíram, em 2,66 milhões de barris, para 207,68 milhões de barris. A estimativa era de queda de 800 mil barris.
Os estoques de derivados recuaram 1,11 milhão de barris, para 158,79 milhões de barris, segundo a AIE. A previsão era de redução de 2,2 milhões de barris.
Os futuros do petróleo negociados no mercado norte-americano diminuíam as perdas após os dados.
Na Nymex, o contrato dezembro do petróleo perdia 0,19 dólar, para 82,15 dólares por barril.

Só 3% dos brasileiros investirão o 13º salário...

Neste sábado, milhões de trabalhadores vão receber a primeira parcela do 13º salário. No entanto, apenas 3% dos brasileiros vão investir esse recurso extra. A informação é da última pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) realizada com 567 consumidores de todas as classes sociais. "Esse percentual pode e deve ser maior. É natural que os consumidores gastem um pouco mais devido Natal e festas de fim de ano, mas é importante que poder investir 10% do 13° salário pensando no futuro", alerta o diretor do Easynvest, Amerson Magalhães.

Segundo ele, o ideal é desenvolver a cultura da poupança permanente. "Todo o mês, por exemplo, o trabalhador pode investir um pouco e garantir a oportunidade de um bom rendimento no médio e longo prazo", completa o diretor.


fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=886258

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Brainstorming e Brainwritting: Uma tempestade de idéias...


  Com o mercado globalizado como está nos dias de hoje, os empresários não podem se dar ao luxo de qualquer vacilo. Uma disputa cada vez mais acirrada pela preferência do consumidor faz com que eles se envolvam numa outra briga com os concorrentes, na disputa pelos melhores talentos do mercado. São as cabeças pensantes que podem auxiliar uma organização na superação de cada novo desafio que surge por imposição da conjuntura global.
     Uma boa política de gestão participativa que motive e estimule os colaboradores à superação, com a formulação de idéias e sugestões criativas, podem levar a empresa a uma racionalização e a conseqüente melhora dos lucros e dos resultados institucionais. Não é simples como fritar um ovo. Tampouco chega a ser complicado como disfarçar um bocejo diante de uma oratória cansativa. Basta descentralizar, delegando poderes àqueles que tem competência para usá-los, e evitar a obsolescência dos instrumentos promotores da motivação e da satisfação profissional. Pois, não se pode pretender que seus colaboradores fiquem indiferentes às melhores condições oferecidas a colegas de outras empresas. Tampouco se pode subestimar a tentação que o assédio da concorrência pode exercer sobre seus talentos. Negligenciar tais cuidados pode custar a perda de peças chaves e a volta à estaca zero.
     O conhecimento das expectativas e das idéias dos funcionários sobre a empresa, aliado a uma abertura comunicacional, fecha com chave de ouro um processo de implantação da tempestade de idéias. A descentralização pela delegação de poderes e atribuições, torna mais flexível o processo decisório e estimula os colaboradores a participarem mais ativamente dos negócios da empresa, levando-os à satisfação profissional. Pois, ao se dar conta de que estão investidos de maiores responsabilidades sobre o futuro da empresa e que também participam das tomadas de decisões antes restritas aos gabinetes, sentem na própria pele os dramas vividos pela direção da empresa. Porquê, quando, como, onde e quanto, são dúvidas que eles passam a dividir com os patrões no dia-a-dia, que induzem-nos a agir proativamente, antecipando-se às necessidades com boas idéias e sugestões vencedoras, além de motivá-los a investir em seu auto-aperfeiçoamento. Todos querem, mostrar suas aptidões, sensibilizar os caça-talentos e assumir um cargo de maior responsabilidade, ninguém foge à regra. Eles se sentirão muito mais motivados a contribuírem com o aumento da produtividade e das vendas, além da redução dos custos, que levarão a empresa em direção à ambicionada excelência empresarial. É o que pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso dos projetos em andamento.
     Nesse contexto pode-se destacar duas ferramentas de eficácia comprovada, que devem ser implementadas simultaneamente, de modo a atingir todos os funcionários: o Brainstorming e o Brainwritting. Ambas possuem as mesmas configurações, exceto pelo fato de que a segunda é talhada para alcançar os mais introvertidos, isto é, aqueles colaboradores cuja dificuldade de comunicação inviabilizam a exposição de suas idéias pela via oral. Nestes casos, eles são estimulados a fazê-lo através de bilhetes que são depositados em urnas específicas para avaliação posterior. No conjunto, essas ferramentas de gestão objetivam assegurar o envolvimento de todos os funcionários com os negócios da empresa, estimulando-os a participarem e expressarem suas opiniões e idéias sobre os diferentes assuntos de interesse comum. Discussões sobre os rumos que devem ser tomados, as tendências do mundo dos negócios, as interferências da conjuntura econômica, as estratégias a serem traçadas, as inovações mercadológicas, enfim, deve-se trabalhar com todos os assuntos que, direta ou indiretamente, podem interferir nos negócios da organização.
     Contudo, não se pode esperar grandes resultados se antes não houver um trabalho voltado a conscientizar todos os colaboradores sobre a importância de expor suas idéias assim que elas brotem, ou seja, sem se prender a muitas análises apenas pelo medo da exposição ao ridículo. Pois, está provado que muitas criações brilhantes foram concebidas a partir da lapidação de idéias aparentemente absurdas. Um exemplo? Um empresário descobre que os custos com a embalagem de seus produtos tornavam-os pouco competitivos no mercado. Reúne seu pessoal em busca de soluções e alguém propõe de utilização de jornais como embalagem. A idéia foi aprovada e assim foi feito. Os custos diminuíram, mas a produção caiu pela metade. Então, descobriu-se que os empacotadores desperdiçavam boa parte do seu tempo, atraídos pelas matérias antigas dos jornais. Outra reunião e uma idéia macabra: “furem os olhos dos empacotadores!”. É claro que a medida não foi adotada, mas a idéia absurda apontou o caminho: contratar empacotadores cegos.
     Portanto, que não se iludam os que subestimam a capacidade inventiva de seus colaboradores em todos os níveis, com repressão às iniciativas e restrição a acessos, a concorrência está aí para ganhar. Então, o melhor que eles tem a fazer é encarar os fatos e partir para o ataque sem se descuidar da defesa. Ferramentas como o Brainstorming e o Brainwritting podem significar uma solução definitiva para os problemas da empresa, senão para todos, pelo menos  para os mais cruciais.

fonte:

3Q1POC: Uma ferramenta de gestão indispensável...

Com o processo de abertura de mercado, estabilização dos preços e otimização da qualidade, além da redução dos custos, os investimentos em projetos e programas de qualidade passaram a serem considerados prioridade absoluta para a maioria das empresas. Objetivam melhorar a competitividade de seus produtos, ao mesmo tem em que, através da plena satisfação dos consumidores cada vez mais exigentes, conquistar novas fatias de um mercado cada vez mais disputado.
Quando se conclui que é chegada a hora de investir na implementação de projetos e programas destinados à otimização da estrutura organizacional e da qualidade dos produtos da empresa, com redução de custos e, por conseqüência, aumentar sua competitividade na acirrada disputa pelo mercado, não se pode abrir mão de ferramentas de gestão eficazes como o 3Q1POC (Quem, Quando, Quanto, Porque, Onde, Como), especialmente quem deseja fazê-lo de forma organizada e bem estruturada. A não utilização de tais ferramentas pode resultar em desperdício de dinheiro e num retumbante fracasso.
Mas afinal, que ferramenta é esta? O 3Q1POC identifica-se com seis definições básicas:
Quem: são as pessoas escolhidas cuidadosamente para tocarem o projeto, definindo as ferramentas ideais, os cronogramas, a operacionalização, o adequado acompanhamento e a avaliação da execução das diferentes fases do projeto e suas ramificações dentro da empresa, a compilação de informações e dados necessários às avaliações, os critérios de avaliação, as correções de rotas, enfim, todas as variáveis inerentes ao projeto. São as cabeças pensantes que estarão à frente dos trabalhos desde a implantação do projeto até a avaliação final dos resultados;
Quando: são as definições sobre duração da implantação do projeto em todas as suas etapas, devendo contemplar as datas iniciais e duração de cada fase da execução, além da elaboração de cronogramas de implantação, execução, acompanhamento e as reuniões periódicas para avaliações e ajustes. Sem um cronograma bem estruturado a empresa fica sem rumo e os responsáveis pelo projeto, totalmente perdidos e sem elementos para avaliar se os resultados estão compatíveis com os definidos para cada etapa;
Quanto: quanto vai custar o projeto? Qual será o capital necessário para pô-lo em prática conforme foi concebido? A empresa terá os recursos suficientes e/ou disponíveis para arcar com os investimentos, nas datas previstas no cronograma? Todas estas questões devem ser previamente estudadas, antes do início da implantação do projeto. O orçamento deve ser muito bem planejado e minuciosamente elaborado e adequado à capacidade financeira da empresa, além de prever uma certa folga para eventuais ajustes necessários. Ou ela ficará sujeita ao risco de sérias turbulências no meio do caminho;
Porque: constatada a necessidade de se implantar um projeto desta natureza, os motivos devem ser minuciosamente explicados, enfatizando os principais pontos fracos da organização e os pontos fortes do projeto, que levarão a empresa a uma correção de rumos e ao sucesso. A avaliação destes pontos, os fracos e os fortes, e a definição de viabilidade em relação ao custo/benefício, darão aos dirigentes condições para decidir sobre a implantação. Todos os colaboradores devem estar convencidos da importância que o programa representa para todos e para a organização, para que ajudem e participem juntamente com a equipe do projeto;
Onde: a abrangência do projeto. Quais setores da empresa serão os mais afetados, os locais de maior relevância que deverão receber atenção especial durante a execução, quais atividades e departamentos da empresa serão os mais atingidos pelas mudanças, enfim, todos aqueles que, direta ou indiretamente estarão envolvidos com o projeto. São fatores de importância vital para o programa, devendo ser exaustivamente avaliados, para que todas as prioridades sejam corretamente definidas de acordo com as respectivas importâncias;
Como: de que forma acontecerá a implantação, a execução e a participação dos setores e dos colaboradores, quais serão os critérios para a escolha dos responsáveis, a delegação de poderes e a cobrança de resultados, quais serão os treinamentos necessários, os equipamentos, etc..., para que o projeto tenha êxito. Tudo deve ser minuciosamente estudado, para facilitar a escolha das alternativas ideais.
Ferramentas de gestão como o 3Q1POC não se presta apenas a implementação de projetos e programas organizacionais. Elas também são bastante eficientes quando utilizadas para o estabelecimento de metas e estratégias das empresas. O exemplo aqui colocado serve para dar uma visão sobre sua aplicabilidade em planejamentos, organização, detalhes e resultados. É indiscutível que o 3Q1POC se apresenta como uma arma de extrema eficiência quando se deseja desenvolver projetos de alta relevância, voltados a proporcionar grandes resultados para a empresa.