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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Conselhos Regionais de Administração passam a registrar tecnólogos

A partir de agora, os diplomados em Cursos Superiores de Tecnologia cujos eixos sejam conexos aos campos da Administração, e que estejam atuando nos campos profissionais relacionados à área, podem procurar os Conselhos Regionais de Administração de sua região para regulamentar o seu exercício profissional. A Resolução Normativa CFA nº 374, que trata deste tema, foi publicada no Diário Oficial da União do dia 13 de novembro.

De acordo com o dispositivo, para efeito de regulamentação, serão considerados os cursos de Graduação em Tecnologia em determinada área da Administração aqueles regulamentados pelo Ministério da Educação (MEC) e dispostos no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia (http://catalogo.mec.gov.br).

Como este é um tema novo para o Sistema CFA/CRAs, o Conselho Federal de Administração está debatendo agora os mecanismos de operacionalização do registro profissional de tecnólogos. Mesmo assim, os profissionais já podem entrar em contato com os Conselhos Regionais de Administração de sua região para obter mais informações sobre o registro profissional.

A regulamentação dos tecnólogos faz parte da preocupação e da responsabilidade do CFA quanto à atuação profissional no campo da Administração – descrita pela Lei nº 4.769/65 – e demonstra o apoio da autarquia a uma demanda e uma preocupação do MEC no que se refere à implementação da política da educação profissional e tecnológica no país.

Com a finalidade de orientar e disciplinar o exercício da profissão de Administrador, conforme descrito na Lei nº 4.769/65, o CFA tem a responsabilidade de regulamentar e fiscalizar a atuação profissional nos campos da Administração. Neste sentido, a regulamentação dos diplomados em cursos superiores de tecnologia faz parte da preocupação da autarquia, por se tratarem de profissionais atuantes na área. Da mesma forma, o registro profissional de tecnólogos demonstra o apoio do CFA a uma demanda do Ministério da Educação ao que se refere à implementação da política da educação profissional e tecnológica no país.

Mais informações podem ser obtidas no site do CFA: www.cfa.org.br, no menu “Legislação”.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Administração é a segunda profissão mais bem remunerada do Brasil

Os administradores têm mais um motivo para se orgulhar da profissão. De acordo com a informação do Conselho Federal de Administração (CFA) com base no levantamento “Você no Mercado de Trabalho”, realizado por especialistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), os profissionais de Administração são os segundos mais bem pagos do país.

A pesquisa apontou que o piso salarial do setor hoje é de R$ 2.500,00 e o salário médio é de R$ 4.687,70. Um dos fatores que colaboraram com o resultado é o fato do profissional de Administração possuir uma abrangência de atuação que agrega mais de 200 de segmentos. De acordo com dados do Conselho Federal de Administração (CFA), um profissional considerado sênior chega a ganhar cerca de R$ 8 mil por mês.

A universitária Simone Donata do 4º período do curso de Administração da Facudade Lumen ressalta que a notícia vem como um estímulo para enfrentar o mercado de trabalho. “Essa pesquisa, inclusive, retira aquele pensamento errôneo de muitas pessoas em achar que o curso de Administração é somente para aqueles que já possuem o que administrar. É uma motivação para todos os estudantes que estão começando, terminando e escolhendo uma área a seguir”, afirma a estudante.

Marcos Morita, professor do Mackenzie de São Paulo e executivo há 15 anos em multinacionais, revela que essa boa média salarial do administrador vem de fatores como velocidade de crescimento das corporações, diminuição da distância entre os concorrentes devido à globalização e avanço das tecnologias que colocam as empresas mais próximas dos consumidores. “Essas tendências e fatores fazem com que as empresas busquem profissionais que tenham flexibilidade, criatividade, visão integrada, antenados com as novas tecnologias, dinâmicos e empreendedores, características desenvolvidas durante o curso de Administração”, destaca Morita.

O Professor ressalta que a visão que a sociedade tem do administrador ainda é um pouco confusa devido ao leque de possibilidades em áreas que esse profissional pode atuar. “Acredito que o papel e a importância do administrador de empresas precise ser melhor trabalhado. Pela própria flexibilidade e capacidade de adaptação do profissional, o administrador tende a adquirir a cultura da empresa ou das profissões mais fortes dentro da empresa. Cabe a nós, administradores, adotarmos um posicionamento ímpar, salientando nossos pontos fortes e vantagens competitivas frente a outras profissões”, afirma Morita.

O estudo de remuneração das profissões foi subsidiado com informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007 e nas médias salariais do País.

"Vamos chegar muito mais longe", afirma Leandro Vieira, editor do www.administradores.com.br, principal veículo on-line voltado à Administração. "Não é à toa que Administração é o curso com o maior número de estudantes e o maior número de faculdades do Brasil", comenta Vieira. "Isso já é um reflexo de uma mudança cultural sobre o papel do Administrador e a sua importância. Como diria Peter Drucker, administradores eficazes são necessários em toda e qualquer organização do mundo", conclui.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A ansiedade na entrevista de emprego

Ansiedade é um estado emocional normal. Uma das características da sobrevivência da espécie humana e de muitas outras espécies do reino animal é a capacidade de se adaptar às circunstâncias, o que requer uma mudança no desempenho do indivíduo. Essa mudança no desempenho é proporcionada pela ansiedade.
O potencial ansioso humano sempre esteve fisiologicamente presente em toda história de nossa civilização e sempre carregou consigo o sentimento do medo, sua sombra inseparável. É muito difícil dizer se o estresse que acometia o homem pré-histórico diante de um urso invasor de sua caverna era diferente daquilo que sente hoje um cidadão comum diante do assaltante que invade seu lar. Provavelmente não.
Fazem parte da natureza humana certos sentimentos determinados pela necessidade (de adaptação), pela ameaça, pelo desconhecido e pela perspectiva de sofrimento. A ansiedade passou a ser problemática quando o ser humano colocou-a não a serviço de sua sobrevivência, como fazia antes, mas a serviço de sua existência, com o amplo leque de exigências desta existência. Na questão do emprego, trata-se da sobrevivência social e econômica, tão importante quanto a sobrevivência que nossos ancestrais tinham que conquistar diante do urso invasor de sua caverna.
O estresse passou a ser o representante emocional da ansiedade, que é mais orgânica que psíquica. E a ansiedade é a representação orgânica do medo e da necessidade adaptativa. O fato de um evento ser percebido como estressante não depende apenas da natureza ameaçadora deste evento, como acontece no mundo animal, mas depende sim do significado atribuído à este evento pela pessoa, de seus recursos, de suas defesas e de seus mecanismos de enfrentamento. O próprio significado da entrevista para emprego é diferente entre as diferentes pessoas, logo, determinará diferentes níveis de ansiedade.
A ansiedade é patológica quando deixa de ser útil e passa a causar sofrimento excessivo ou prejuízo no desempenho da pessoa. Porém, a ansiedade experimentada na entrevista para emprego comumente se refere a um estado emocional normal, já esperado, um tipo de emoção capaz de melhorar o estado de alerta, que faz a pessoa se adaptar à essa exigência da vida. É assim para a maioria das pessoas.
A ansiedade produzida pela preocupação de que alguma coisa possa dar errada é útil dentro da circunstância apropriada, melhora o desempenho e por isso não representa inconveniente maior. Trata-se da mesma ansiedade que os pilotos experimentam antes da decolagem ou aterrizagem de seus aviões, ou os atletas antes da competição e assim por diante.
A ansiedade patológica, por sua vez, é desproporcional à exigência, prejudica a adaptação e piora o desempenho. Os pacientes com transtorno do pânico, por exemplo, ficam imobilizados e completamente rendidos diante de determinadas situações ou momentos. Da mesma forma que os pacientes fóbicos ou aqueles que sofrem de crises de ansiedade generalizada. Se a ansiedade for muito intensa durante uma entrevista de emprego o desempenho pode ficar irremediavelmente comprometido.
As pessoas que experimentam uma crise de ansiedade aguda podem apresentar uma grande variedade de sintomas, como por exemplo, palpitações, sudorese, tremores, sensações de falta de ar, desconforto torácico, náusea, desconforto abdominal, sensação de tontura ou que vão desmaiar, medo de perder o controle, formigamento, calafrios ou ondas de calor. Evidentemente esses sintomas dependem da intensidade da ansiedade.
Todas as pessoas sofrem certa ansiedade quando percebem que precisam dominar alguma coisa ou situação. Mas existem pessoas que têm uma ansiedade exagerada. Para essas pessoas o medo de não conseguir ter necessário autocontrole e deixar se dominar pela ansiedade já é um dos principais fatores que geram a própria ansiedade. Isso quer dizer que a idéia de que o “outro” está observando (e julgando) sua ansiedade é mais que suficiente para aumentar o estado ansioso e, aí sim, perder mesmo o controle.
Para aprender a ter algum domínio sobre a ansiedade a pessoa excessivamente ansiosa deve prestar muita atenção ao último parágrafo acima. O medo maior que provoca a ansiedade no momento da entrevista nem sempre é não conseguir o emprego, mas sim, medo do entrevistador perceber a ansiedade do entrevistado. Na realidade, o medo mesmo é a dúvida sobre o que o entrevistador pensará do entrevistado ansioso. Esse é o grande fantasma da entrevista para emprego.
Assim, os pontos chaves da ansiedade desencadeada pela entrevista de emprego em pessoas naturalmente ansiosas são: o medo de não conseguir controlar a ansiedade e o medo daquilo que o entrevistador possa estar pensando sobre o estado emocional ansioso do entrevistado.
O medo de não conseguir controlar a ansiedade acaba gerando mais ansiedade, entretanto, ele será muito menor se o entrevistado fizer algumas considerações para si próprio, se ele tiver consciência de algumas coisas. Primeiro, que a ansiedade é absolutamente esperada para aquele momento, inclusive isso vale para pessoas sabidamente calmas e tranqüilas. Segundo, o medo será também muito menor se o entrevistado tiver nítida consciência de que ele é naturalmente ansioso, sempre foi ansioso e, portanto, não será exatamente hoje, diante desse momento estressante, que ele irá se manter sem ansiedade.
A consciência sobre a própria ansiedade, que faz parte da personalidade do entrevistado, fará com que a expectativa e a dúvida sobre ter ou não ansiedade naquele momento não existirá. Não existirá porque o entrevistado não tem mais dúvida; ele ficará, de fato e sabidamente, muito ansioso. Não há dúvidas sobre isso.
Ficar ansioso durante a entrevista, como vimos, é normal. Por outro lado, ficar muito ansioso é uma característica da personalidade, logo, não há muito que se fazer para mudar esse traço de personalidade.

"O medo nem sempre é por não conseguir o emprego, mas do entrevistador perceber o "nervosismo".
As pessoas com essa característica devem manter em mente o fato de terem sobrevivido até hoje desse jeito, isso nunca impediu sua sobrevivência e, na maioria das vezes, nem sequer comprometeu um desempenho satisfatório em inúmeras áreas de atividades em sua vida.
A dúvida sobre o que, exatamente, pode estar pensando o entrevistador acerca da ansiedade do entrevistado, como vimos, gera mais ansiedade ainda. Muito bem. Vamos então acabar com essa dúvida.

Se o entrevistado disser (preferentemente) ou responder ao entrevistador que, de fato, está muito ansioso, a tal dúvida deixará de existir em parte. Aquela parte da dúvida se o entrevistado está ou não ansioso acabou; o entrevistador sabe agora que o entrevistado está ansioso porque isso já foi dito.
Resta parte da dúvida sobre o que o entrevistador está pensando de uma pessoa assim tão ansiosa como é o entrevistado confesso. Aí entra a sinceridade como fator decisivo: “- sempre que vou lidar com alguma coisa muito importante para mim, de fato fico ansioso”. Pronto. Agora ele sabe porque o entrevistado está ansioso. E isso não é defeito.
Se apesar de tudo isso a ansiedade continua incontrolável e limitante para algum aspecto da vida, então a pessoa deve procurar tratamento adequado para isso, o qual deve ser preferentemente feito associando-se um tratamento medicamentoso inicial, para controle mais fácil dessa emoção, e o tratamento psicoterápico, mais longo que o primeiro.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Prevenção caseira para a gripe Influenza A (H1N1)

Para combater a gripe A, chá de erva doce! Gostoso, eficiente e barato!

O anis estrelado, amplamente cultivado na China, é o extrato-base (75%), da produção do comprimido Tamiflu, da Roche (empresa do antigo Secretário de Defesa dos EUA Donald Runsfield).
Mas, como é um pouco difícil encontrar o anis estrelado aqui no Brasil, podemos usar o nosso anis mesmo - a erva-doce - pois esta erva possui as mesmas substâncias, ou seja, o mesmo princípio ativo do anis estrelado, e age como anti-inflamatória, sedativa da tosse, expectorante, digestiva, contra asma, diarréia, gases, cólicas, cãibras, náuseas, doenças da bexiga, gastrointestinais, etc...
Seu efeito é rápido no organismo e baixa um pouco a pressão, devendo ser feito o chá c/apenas uma colher de café das sementes para cada 200ml de água, administrado uma a duas vzs dia, de preferência após uma refeição em q se tenha ingerido sal.
Se você está lendo, ajude a divulgar o uso da erva-doce como preventivo do H1N1, ou mesmo como remédio a ser tomado imediatamente após os primeiros sintomas de gripe, pois seu princípio ativo poderá bloquear a reprodução do vírus e mesmo evitar seu maior contágio.
Porém, pouco ou nada adiantará utilizar a erva-doce, 36 horas após o possível contágio pelo H1N1, pois a erva não terá mais força substancial para bloquear a propagação do vírus no sistema respiratório.

Efeitos colaterais: pequena sonolência nas 2 primeiras horas - evitar dirigir e/ou operar máquinas.

Obs:
- O uso da erva-doce é alternativo e poderá ser até eficaz, mas não substitui a assistência médica necessária;
- Donald Runsfield compra 90% da produção mundial do anis estrelado da China, desde 1997, qdo surgiram os primeiros casos de gripe aviária
H5N1 (uma das variáveis do H1N1)... seria por acaso???

Gerenciamento de emoções: o caminho do sucesso

Quem na última década não ouviu falar sobre inteligência emocional? Formatado pelo psicólogo norte-americano Daniel Goleman e divulgado no livro O Poder da Inteligência Emocional, o conceito despertou no mundo a necessidade do gerenciamento das emoções, seja para fins profissionais como nos demais relacionamentos do dia-a-dia. Em síntese, o autor conseguiu deixar claro o quanto é importante para o desenvolvimento do homem ter domínio sobre valores como: autoconhecimento, controle das emoções, desenvolvimento da empatia e habilidade para estabelecer comunicações harmoniosas.
O conceito, que de atual só tem o nome, pois Ernest Lawrence, prêmio Nobel de Física em 1937, já dizia: "A excelência não tem a ver com a competência técnica, mas sim com a personalidade" passou, nos últimos anos, a ser cada vez mais valorizado nas corporações. Afinal, qual a valia de um profissional qualificado tecnicamente se esse não consegue lidar com seus subordinados ou até mesmo deixa que os problemas pessoais influam negativamente em seu trabalho? É claro que a inteligência emocional sem a inteligência racional também não funciona. É preciso que elas sejam harmônicas, complementares e equilibradas. Se analisarmos que a maioria das situações de trabalho estão centralizadas no relacionamento entre as pessoas, podemos concluir que aqueles que conseguem utilizar suas emoções a seu favor e, ao mesmo tempo, entender as emoções de seus colegas e proporcionar um convívio com mais afabilidade, compreensão e gentileza, têm mais chances de alcançar o sucesso.
Baseado nessa teoria, as grandes corporações, principalmente nos EUA, passaram a se defrontar com outra questão: como desenvolver a inteligência emocional de seus funcionários? As empresas começaram a perceber que, além de auxiliar na formação técnica de seus colaboradores, poderiam investir no lado emocional, conseguindo excelentes resultados no setor produtivo.
Porém, a técnica não tem por objetivo suprimir as emoções, muito pelo contrário, visa utilizá-las de maneira positiva, a favor do bom desempenho pessoal e comunitário dos profissionais. Basicamente procura exercitar os relacionamentos, partindo do comportamento pessoal para depois analisar o dos companheiros. Assim, cada vez mais os programas de desenvolvimento de líderes, programas de coaching (orientação de executivos) e os atualizadíssimos treinamentos de inteligência emocional levam em consideração as questões interpessoais.
As grandes corporações já verificaram que vale muito mais investir no desenvolvimento emocional de um líder que é muito capacitado tecnicamente do que ter de contratar e treinar um novo profissional. Além disso, também estão percebendo como um treinamento bem aplicado pode diminuir os ruídos e auxiliar no convívio e produtividade da empresa.
Profissionais e empresários que planejam conquistar espaço no concorrido mundo de hoje não devem pensar que a inteligência emocional é um modismo que surgiu e logo será esquecido, afinal, se fosse assim, o filósofo Aristóteles (384 - 322 a.C.) não teria dito: "Qualquer um pode ficar nervoso, isso é fácil. Mas ficar nervoso com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira correta, isso não é fácil".
Ou seja, em outras palavras, isso requer muita inteligência emocional.
Texto produzido por: Dimas Mietto

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Falar é fácil. Comunicar-se é que são elas!

Muito embora a comunicação esteja intrinsecamente ligada à nossa vida, nem sempre é fácil nos relacionarmos com as outras pessoas, pois apesar de sermos semelhantes como espécie, cada um de nós traz em si uma série de características específicas, tornando-nos seres únicos.
Considere que cada um tem um jeito próprio de ser, de pensar, de agir, de perceber e processar mentalmente a realidade que nos cerca. Se quisermos ampliar o nosso poder de interagir com as outras pessoas em ações de vendas, negociações, liderança, motivação ou apenas em situações de relacionamentos sociais, precisamos desenvolver habilidades específicas.
Destaca-se entre estas competências, a arte da Empatia, que é, em síntese, a capacidade de nos colocarmos no lugar da outra pessoa e assim, sentir ou pensar o que ela poderia estar sentindo ou pensando. Ao fazer isso, ou seja, percebendo o outro a partir da sua própria realidade, aumentamos significativamente as nossas chances de criar situações favoráveis para haver um bom entendimento.
Para que isto ocorra, é fundamental que nos flexibilizemos e ajustemos a nossa percepção da realidade considerando a maneira do outro percebê-la. Em outras palavras, aceitar o outro como o outro é, respeitá-lo em seus pontos de vista e compreender que ele tem todo direito do mundo de ser como é, sem que eu queira ou tente mudá-lo para que haja um entendimento.
O que une as pessoas são as afinidades, as similaridades e não as diferenças. Quem disse que os opostos se atraem, precisa repensar essa afirmação, pois é só observar como as pessoas se juntam em grupos, associações, clubes de serviços, igrejas, turmas ou bandos. Emoldurando estas relações há as convergências de idéias, de crenças ou objetivos.
Então fica uma pergunta: Como posso desenvolver a habilidade de facilitar meu relacionamento com as pessoas? Estudando-as, conhecendo-as e atuando com elas considerando seus respectivos jeitos de ser e de se comportar. Quanto mais conhecermos suas tendências e características, maior será a probabilidade de nos ajustarmos , empaticamente, e com elas nos relacionarmos.
Imagine cada pessoa envolta por uma bolha. Essa bolha contém todo o referencial de vida que ela possui, suas crenças, seus valores, suas verdades, seus conceitos e preconceitos, seus conhecimentos, seus certos e errados. Pense que cada bolha tem uma cor diferente das demais. Imagine também que você é possuidor de uma bolha que também tem uma cor, por exemplo, esta que você pensou agora.
Para haver a possibilidade de entendimento, é fundamental que você contemple a possibilidade de sua bolha conter ao menos um pouco da cor da bolha da outra pessoa e assim, reconhecer suas verdades e seus pontos de vista.
A comunicação interpessoal é a base para a realização pessoal e profissional. Conhecer o outro é conhecer-se a si mesmo.

* Reinaldo Passadori é especialista em Comunicação Verbal e Diretor do Instituto Reinaldo Passadori de Comunicação Verbal. Administrador de Empresas com especialização em Recursos Humanos. Autor do livro Comunicação Essencial – Estratégias Eficazes para Encantar seus Ouvintes (Editora Gente).

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Para refletir


"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

É preciso ter claro que, uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive preparado para respeitar o planeta onde vive...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Em tempos de gripe suína, "hipocondria transitória" lota hospitais

Rodrigo Bertolotto - Do UOL Notícias
Um "estado hipocondríaco transitório" movido por um "estresse psicossocial". O jargão médico define assim o pânico coletivo que faz a maioria das pessoas que acreditam estar com o vírus H1N1 serem apenas "alarmes falsos".
"Em outros anos, a pessoa engripava e se tratava com repouso em casa e antigripal. Agora, ela vai para o hospital ver se os sintomas que tem não são da pandemia", conta Anna Sara Levin, que coordena o atendimento do Hospital das Clínicas para os suspeitos de terem a influenza A ou, mais popularmente conhecida, a gripe suína.
Segundo o próprio ministério da Saúde, mais da metade das pessoas que vão aos hospitais públicos crentes de fazerem parte da pandemia tinham apenas resfriado ou nem isso. Por volta de 25% tinham gripe comum. O restante sim estava com a gripe cujo atual surto surgiu no México em março último e que já vitimou dezenas de pessoas no Brasil.
Por outro lado, hospitais no Estado de São Paulo registraram um aumento de 40% no movimento graças à doença que ganhou a mídia nos últimos meses. O Sindicato dos Farmacêuticos também aponta um incremento da venda de remédios no último mês.
"Todo mundo tem um certo grau de hipocondria, mas no máximo 7% daqueles que buscam o atendimento sem precisar podem ser classificados como hipocondríacos", cita estudos norte-americanos o psiquiatra Sérgio de Barros Cabral, do Amban (Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo).
Mas o volume maior dos dias atuais, com filas de horas nos hospitais, é resultado de uma hipocondria temporária. "Quando se descobriu o vírus HIV nos anos 80, criou-se uma neurose. Foi a mesma coisa com um surto de febre amarela no final de 2007, com gente morrendo porque tomou duas vezes a vacina em curto período de tempo. Agora é a vez da gripe tipo A fazer qualquer espirro parecer uma contaminação", lembra o psiquiatra. Outros surtos que dominaram o noticiário, como a febre aviária em 2005 e o ebola em 1995, assustaram, mas não chegaram às fronteiras brasileiras.
O Hospital das Clínicas, por exemplo, já criou uma sala específica para quem chega com suspeita da gripe. Quem passa pela triagem já ganha uma máscara e um atendimento prioritário. Quem está no grupo de risco (idosos, crianças até dois anos, gestantes, pessoas recentemente operadas ou sob tratamento quimioterápico) e as com estado de saúde grave são medicadas e internadas.
"Não é injustificada a presença das pessoas em um pronto-socorro movimentado como este: algum problema de saúde elas têm. Afinal, estamos no inverno, quando aumenta o número de doenças respiratórias. Mas a grande maioria apresenta quadro leve e podem se tratar em casa de seus resfriados e gripes", relata Levin.
Os hipocondríacos interpretam sensações fisiológicas habituais ou pequenas variações normais do corpo como um sintoma de um mal presente ou que está por vir.
Segundo pesquisa comandada pelo psiquiatra Brian Fallon, da Universidade Columbia (EUA), há três tipos de hipocondríacos catalogados. O primeiro, o obsessivo-compulsivo, é atormentado por pensamentos e sensações que estimulam a buscar informações com familiares, amigos, internet ou médicos para saber se são portadores de alguma doença.
PSIQUIATRA EXPLICA O QUE É O "ESTADO HIPOCONDRÍACO TRANSITÓRIO"
Neste quesito podem estar os "cybercondríacos", aqueles que procuram na internet descrição de enfermidades, formulação de remédios e geralmente chegam ao consultório médico já sabendo os tratamentos mais recentes, posologias adequadas e as contra-indicações que os eventuais medicamentos podem causar. Tudo levantado em sites especializados.
O segundo tipo, o hipocondríaco-fóbico, evita médicos ou qualquer informação sobre doenças com o fim de prevenir a ansiedade que desejam reprimir, tornando-se negligente com a saúde. O terceiro é o hipocondríaco-depressivo, mais desesperado e convencido de que é portador de uma doença crônica que nenhum médico consegue curar.
"A hipocondria é uma doença que vira um estilo de vida. A pessoa segue hipocondríaca por toda a vida. Já as pessoas abaladas com a chegada da gripe suína vão voltar ao normal quando a pandemia passar", afirma Cabral.
Para quem teme ser mais uma vítima da gripe suína, os especialistas recomendam ser racional e não se deixar levar pelo pânico. É bom lembrar que a melhor forma de evitar gripes e mesmo resfriados é lavar as mãos. "Deve procurar ajuda médica quem estiver com sintomas importantes que não melhoram em 24 ou 48 horas, como febre alta, moleza, dores no corpo, tosse e dificuldades respiratórias", afirma o infectologista David Uip, diretor do hospital Emílio Ribas, em São Paulo. Não é recomendado consumir antigripais sem orientação: a prática pode fazer com que o remédio não funcione quando realmente houver necessidade.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Beatles - tema de comercial da T-Mobile

Já dizia o pensador e filósofo Confúcio (Kung-fu-tzu):
"A música gera um tipo de prazer sem o qual a natureza humana não pode passar."
Falando em música porque não lembrar dos Beatles. Dias atrás uma agência de propaganda inglesa reuniu mais de 10 mil pessoas em Trafalgar Square, em Londres, para realizar um videokê gigante para usar num comercial do seu cliente T-Mobile. Distribuiram mais de dois mil microfones para o pessoal que atendeu ao convite (13500 pessoas) e convocando todos a cantar Hey Jude, promovendo assim uma compartilhamento que,ficou emocionante.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Dia do Profissional de Marketing - 08 de maio

Parabéns! para aqueles que são responsáveis por traçar novas estratégias de comunicação para fortalecer as marcas dos produtos que representam. São esses profissionais que cuidam do processo de identificar, conquistar e manter seus clientes satisfeitos com lucratividade, ética e responsabilidade social.

Teste de Estresse dos Bancos Norte Americanos

Bancos que passaram no teste de estresse devem sair na frente da concorrência

Por: Equipe InfoMoney (08 de maio 2009)

SÃO PAULO - As instituições que passaram no teste de estresse deverão sair na frente da concorrência, além de ganhar maior respaldo de acionistas e clientes, afirmou Samuel Hayes, professor emérito da Harvard Business School.

Conforme apontado nos resultados dos testes, dez dos dezenove bancos deverão levantar capital para cobrir potenciais perdas. Entre eles o Bank of America, com US$ 33,9 bilhões, Wells Fargo com US$ 13,7 bilhões e Citigroup, com US$ 5,5 bilhões.

Enquanto as operações para blindar as contas dessas instituições contra possíveis prejuízos demandarão a maior parte da atenção de seus executivos, outros bancos como o Goldman Sachs e o JP Morgan estão livres para ressarcir o governo e focar em seus negócios.

Mais clientes para os "blue-chips"
Os nove bancos que não necessitam de mais capital poderão ganhar market share (participação de mercado) e experiência, ficando na frente de seus concorrentes, até o momento em que esses estejam em uma situação na qual poderão pagar os fundos emprestados do pacote de US$ 700 bilhões.

"Certos bancos deverão emergir como o padrão 'blue-chip' com os quais outras instituições serão comparadas. O seu custo de capital será menor. As pessoas se sentirão mais confortáveis em confiar o seu dinheiro a eles. Eles certamente terão mais clientes", afirmou Hayes.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Desafio Sebrae

Até o dia 13 de maio, estudantes universitários podem se inscrever no Desafio Sebrae, o maior jogo de empreendedorismo do mundo. Os estudantes de todos os cursos podem participar e têm que formar equipes com três a cinco pessoas da mesma faculdade ou de instituições de ensino diferente, mas que sejam da mesma cidade. Um software exclusivo simula o ambiente e dinâmica da vida empresarial. Inscrições no www.desafio.sebrae.com.br

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Dicas para Melhorar a Memória

Pessoal,

Segue uma dica da nossa Psicologa, Fernanda Victor, sobre a memória. Aproveitem!!


sábado, 18 de abril de 2009

PALESTRA ADIADA PARA DIA 25/04


Pessoal,

Adiamos a palestra do Eduardo para o dia 25 de abril para que todos possam comparecer. Aguardamos a participação de todos.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Uniessa Cult - dia 25/04

Caros alunos,

No dia 25 de abril às 10 horas da manhã vamos realizar o UNIESSA cult com Eduardo Luiz de Paula. Eduardo é escritor, palestrante e consultor. Possui seis livros, sendo que cinco de auto ajuda (O Multiplicador de vitórias; O Colecionador de histórias; A Um passo da vitória; Nós Podemos revolucionar o mundo e Uma lição de vida) e um livro sobre vendas (Vender nunca foi tão fácil). Participa como voluntário do Instituto Alair Martins em projeto voltado para a diminuição da evasão escolar e coordena o projeto "Bem vindos ao mundo do conhecimento", cujo público alvo são as escolas e faculdades de escolas e faculdades de Uberlândia e região onde são ministradas palestras temas variados.

A palestra conta como atividade complementar e será distribuído certificado de participação equivalente a 1 hora.

Contamos com a participação de todos.


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Software ajuda combater plágio em trabalho acadêmico

Enviado por: Jacaré - em 02/04/2009

Preocupadas em combater o plágio em trabalhos acadêmicos, instituições de ensino superior têm adotado programas de computador que ajudam o professor a identificar os casos suspeitos. Recentemente, a Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a Faap e o Senac SP aderiram à ideia. A Universidade Anhembi Morumbi e a Universidade Cruzeiro do Sul utilizam esse tipo de ferramenta desde o início de 2008.

Alguns desses softwares estão disponíveis gratuitamente na internet. Os mais elaborados, em geral pagos, analisam cada parágrafo do documento enviado pelo aluno e o compara com o conteúdo de bilhões de sites da internet e de algumas bibliotecas eletrônicas, elaborando um relatório com o índice de coincidências encontradas.

Esse é o caso do Safe Assign, um dos mais usados no País. O programa também compara o trabalho com todos os outros já submetidos à sua base de dados. "Isso permite ao professor descobrir, por exemplo, se o aluno está reaproveitando uma pesquisa já apresentada em anos anteriores", explica Emerson Fabiani, coordenador da Escola de Direito da FGV. "O software não apenas identifica o trecho copiado como aponta o endereço eletrônico do conteúdo original", conta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Enviado por: Jacaré - em 02/04/2009

Obama diz que Lula é 'o político mais popular na Terra' - BBC Brasil - 02/04/2009 09:10

Presidente dos Estados Unidos elogia Lula em rodinha de líderes antes de reunião do G20: 'Esse é o cara!'.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira em Londres que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o "político mais popular da Terra".

Obama fez o comentário em uma roda de líderes mundiais, pouco antes do início da reunião do G20, em uma sala de conferência do Excel Center, em Londres.

Um vídeo da BBC registra a cena em que os dois se cumprimentam. Obama troca um aperto de mãos com o presidente brasileiro, olha para o primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, e diz, apontando para Lula: "Esse é o cara! Eu adoro esse cara!".

Em seguida, enquanto Lula cumprimenta Rudd, Obama diz, novamente apontando para Lula : "Esse é o político mais popular da Terra".

Rudd aproveita a deixa e diz : "O mais popular político de longo mandato".

"É porque ele é boa pinta", acrescenta Obama.

LINK DA NOTÍCIA c/ VÍDEO: http://noticias.br.msn.com/artigo_bbc.aspx?cp-documentid=18929249
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TODOS OS DIREITOS DESTA MATÉRIA SÃO RESERVADOS À BBC BRASIL.

Brasil e México serão 'prioridades' de Obama - VÍDEO

segunda-feira, 30 de março de 2009

Mundo das Marcas

Caros professores e alunos,

Segue abaixo um link para um blog muito interessante sobre marcas ao redor do mundo. Interessante para quem curte design, marketing e também administração de uma forma geral.

http://mundodasmarcas.blogspot.com

Aproveitem,


Rodrigo Miranda

sábado, 28 de março de 2009

Turma de Responsabilidade Social e Gestão Ambiental


Caros alunos,

Esta semana estamos no aguardo das provas e também do bebê da aluna Maria Helena. Segue a foto (esq. para direita Fernando, Neilson, Maria Helena, Rodrigo, Aline, Giulliarde, Baltazar) tirada em nossa última aula.

Parabéns, Maria Helena!

Um grande abraço a todos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Trabalho Transdisciplinar 1

Caros alunos e professores,

Começaremos hoje uma série de postagens no blog da administração da UNIESSA com a para trabalharmos o conceito da transdisciplinaride de elementos para a discussão do trabalho transdisciplinar. Antes é interessante entendermos o conceito de transdisciplinaridade. No Livro “Educação e Transdisciplinaridade” (UNESCO,2000) temos que "a transdisciplinaridade àquilo que está ao mesmo tempo entre as disciplinas, através das diferentes disciplinas e além de qualquer disciplina. Seu objetivo é a compreensão do mundo presente, para o qual um dos imperativos é a unidade do conhecimento" (UNESCO,2000,pg.11).
É essa compreensão do mundo presente almejada com os trabalhos acadêmicos que os grupos estão produzindo.
Abaixo segue um pequeno vídeo com depoimentos e a opinião de uma especialista em transdisciplinaridade, Regina Migliori.
Espero que contribua para o debate.

Um abraço.

Rodrigo Miranda

quinta-feira, 26 de março de 2009

Entenda a Crise Financeira Mundial


por Compulsivo em

Alguns bancos quebraram, mas quem vai pagar a conta somos nós.

A crise financeira mundial que se descortina na nossa frente com manchetes intimidadoras em todos os noticiários tem uma causa muito simples: A falta de liquidez no mercado.

Traduzindo em miúdos, falta de dinheiro.Existem duas economias paralelas. Aquela que você e eu conhecemos, onde recebemos nosso salário final do mês, pagamos nossas contas, compramos alguns produtos para nossa sub-existência, eventualmente alguns bens de consumo duráveis e por ai vai...

Mas também existe uma economia virtual, aquela dos investidores e dos banqueiros, onde o dinheiro não é de verdade, mas eletrônico e fica pulando de galho em galho, especulando em busca da melhor rentabilidade.

O que aconteceria se eu, você, seu vizinho e o vizinho do seu vizinho, fossemos aos bancos aos mesmo tempo sacar todo o saldo de nossas contas bancárias? Certamente o banco não teria caixa para bancar todos os depósitos dos seus clientes de uma só vez.

Isso ocorre porque os bancos não nos emprestam dinheiro de verdade quando fazemos um financiamento. Eles simplesmente digitam alguns dados num terminal de computador e o crédito aparece como num passe de mágica na nossa conta.Este dinheiro não veio de outro correntista, ele simplesmente apareceu do nada na sua conta, mas agora você tem uma dívida para com a instituição financeira e vai ter que paga-la com juros e em dinheiro real, que será posteriormente incorporado ao capital do banco.

Quando vários investidores e especuladores resolvem ao mesmo tempo "realizar" seus lucros obtidos através de especulação, adquirindo propriedades na economia real, instaura-se uma crise de liquidez.

Percebe-se então que não existe de fato, todo aquele dinheiro virtual que circulava entre os bancos, que passam a desconfiar um do outro, culminando numa crise de confiança.

No início, a imprensa americana tentou jogar a culpa dessa crise nos mutuários inadimplentes do sistema de financiamento habitacional nos Estados Unidos, mas convenhamos. Era preciso muito mais que uma centena de formiguinhas caloteiras para gerar uma crise desta proporção.Mas a conta quem vai pagar certamente serão as formiguinhas...


fonte: Blog "Usuário Compulsivo" / Imagem: Diário Gauche

sexta-feira, 20 de março de 2009

Exportação brasileira deve cair 11% em 2009 - Jornal do Comércio

As exportações brasileiras devem cair em pelo menos 11% em volume em 2009 e a redução mundial do comércio já passa a ser equivalente à queda registrada nos anos 1930. Pior: uma plena recuperação dos fluxos aos níveis de 2007 e 2008 poderia ocorrer apenas a partir de 2012.

Os dados foram divulgados ontem pelo Escritório de Análise Econômica da Holanda, considerado como uma entidade de referência sobre dados comerciais. A constatação é de que a América Latina terá um dos piores resultados em termos comerciais globais neste ano. No mundo, a nova projeção indicou uma queda do comércio de 12,5% em volume em 2009. Para 2010, os países ricos continuarão a sofrer uma queda de suas exportações.

Os especialistas holandeses estimavam que o comércio mundial iria encolher em mais de 10% em 2009, bem acima de qualquer previsão da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em valores, a queda seria de 22%. "Esses números não eram vistos desde os anos 1930. A partir de 1945, não há nenhum registro de quedas como a que teremos neste ano", afirmou Wim Suyker, autor da projeção. "O encolhimento do comércio é drástico e afetará em cheio a América Latina", disse. A queda na demanda nos países ricos, falta de créditos para exportação e ainda medidas protecionistas devem aprofundar a crise no setor comercial. 

A América Latina sofrerá uma queda de 11,5% em suas exportações no ano. A redução é a maior entre todas as regiões de países em desenvolvimento. Na Ásia, a queda será de 10,75%, contra 6,5% apenas na China. Os últimos meses de 2008 já tiveram um impacto no comércio latino-americano. O ano terminou com uma queda de 2% no volume exportado pela região ao mundo, e a América Latina foi o único continente a registrar uma contração. "O Brasil, por sua dependência em exportações de commodities, será um dos países mais afetados", afirmou Wim Suyker. Segundo ele, a queda deverá ser de pelo menos 11% para o Brasil. 

Outro país na região que sofrerá em 2009 será o México, diante de sua relação comercial de proximidade com a economia americana, em plena recessão. Parte da explicação para o resultado negativo no Brasil está nos países ricos. A previsão é de que os Estados Unidos reduzirão suas compras de produtos importados em 14% em volume em 2009. Na Europa, a queda de importações será de 10,5%, contra uma queda de 20% no Japão. Já a China, um dos principais mercados para as exportações latino-americanas, sofrerá uma redução de suas importações em 9,5% em 2009. A queda das importações na América Latina também será substancial, com redução de 12,5% neste ano, depois de um crescimento de 3,5% em 2008.

Entre os países ricos, as estimativas apontam para uma queda das exportações de 13,75% em 2009. Nos Estados Unidos, a redução será de 16% em volume, contra 23% no Japão e 12,5% na Europa. Já em 2008, o comércio dos países ricos ficou praticamente estagnado, com alta de apenas 0,7%, já afetados pelos últimos três meses do ano. 

Escritório de Análise Econômica da Holanda, porém, destaca que as exportações mundiais terão uma leve recuperação em 2010, com uma alta de 2,25% graças à recuperação da Ásia. A taxa é ainda menor que a expansão registrada em 2008, de 2,7%. A recuperação tímida ainda indica que o mundo levará alguns anos para voltar a ter os mesmos volumes de comércio de 2007 e 2008. Os especialistas apontam que isso poderia ocorrer apenas em 2012 ou 2014.

No caso da América Latina, a estimativa é de que as exportações voltem a se expandir em 2% em 2010, em comparação aos níveis baixos de 2009. A taxa será bem abaixo dos demais países emergentes que, em média, irão crescer em 4,25%. Na China, a alta será de 7,25%. As importações latino-americanas vão crescer em 1% em 2010, contra uma taxa de 2% em média nos países em desenvolvimento. A China terá uma alta de 4%.

Já os países ricos continuarão patinando em 2010. As exportações dos Estados Unidos sofrerão uma contração de 1,5% no próximo ano, contra uma queda de 2% no Japão e uma alta de 1% na Europa. Na Holanda, que depende do comércio para garantir seu crescimento, a queda nas exportações irá gerar uma contração de 3% do PIB. A queda do PIB do país é a maior desde 1931. 

Na zona do euro, a queda do PIB será de 3,25% e o desemprego chegará a 12%. Em relação às importações, os países ricos devem ter uma alta de 1,75%. Nos Estados Unidos, a elevação será de 3,5%, contra uma expansão de 1% na Europa. 


Primeiro bimestre tem recuo de 24% nos embarques de calçados 

Os dados do primeiro bimestre deste ano mostram o dilema do setor calçadista nacional. Enquanto os embarques apresentaram nova redução tanto no volume quanto no faturamento, as importações mantiveram sua trajetória de crescimento. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) obtidos através da Secex/MDIC, neste bimestre, os calçadistas receberam US$ 280,1 milhões, uma queda de 24%. Nos dois meses de 2008, as divisas ficaram em US$ 368,6 milhões. A quantidade de pares embarcados caiu 26%, ficando em 28,8 milhões de pares, contra os 39 milhões exportados de janeiro a fevereiro de 2008. O preço médio foi o único item que apresentou desempenho positivo e fechou com 2,8% de aumento. O par do calçado brasileiro foi vendido a US$ 9,71.

Já a entrada de calçados do exterior, principalmente da Ásia, registrou elevação nas divisas pagas pelos importadores, que aumentaram em 49%. "Estamos muito preocupados com esta situação. O Brasil, além de perder mercado internacional, está sendo continuamente invadido pelos estoques excedentes dos chineses", avalia Milton Cardoso, presidente da Abicalçados. Ao analisar todo o capítulo 64 da NCM, que inclui partes de calçados, o montante das importações no bimestre somaram US$ 40,8 milhões, o dobro em relação a janeiro e fevereiro de 2008, quando o pagamento havia sido de US$ 27,4 milhões.

A entidade está aguardando as conclusões da investigação de antidumping de calçados chineses que está em curso no ministério. Todos os principais países reduziram suas compras do Brasil. Os Estados Unidos mantêm a liderança, mas importaram 32,8% menos no volume e receberam, no bimestre, 8,6 milhões de pares e pagaram US$ 72,2 milhões. O preço médio ficou em US$ 8,38 e o faturamento foi reduzido em 29,3%.

A Itália agora está na segunda posição do ranking. Aquele país, que vem se destacando pela elevação das importações de calçados, neste bimestre apresentou, porém, um recuo de 1,4% no volume e fechou o período com 1,9 milhão de pares pelas quais pagou US$ 32 milhões. O preço médio do par foi de US$ 16,66. O Reino Unido acompanhou a tendência e diminuiu as importações em 39,4% e recebeu 1,4 milhão de pares. Mesmo sendo o país que paga o preço médio mais alto (US$ 21,03) entre os principais compradores, não evitou a redução também do pagamento, que foi 27,3% menor em relação ao bimestre do ano anterior e enviou para o Brasil US$ 30,7 milhões.

Dos seis principais estados exportadores de calçados, o Rio Grande do Sul registrou o maior percentual de queda. No primeiro bimestre deste ano, reduziu 39,36% o volume físico e embarcou 7,7 milhões de pares. O faturamento seguiu a tendência e também ficou negativo em 29,55%. Os gaúchos receberam US$ 160,7 milhões. No mesmo período de 2008, o faturamento havia sido de US$ 228,1 milhões. Com este desempenho, o Estado foi responsável por 57,37% do total faturado pelo Brasil, que foi de US$ 280,1 milhões.

O Estado é o estado líder em faturamento, mas perde em volume para o Ceará. O estado nordestino exportou 13,1 milhões de pares, 21,91% a menos do que no mesmo período de 2008. O faturamento caiu 7,66% e as divisas ficaram em US$ 13,1 milhões. Os paulistas também tiveram resultados negativos com as operações no exterior. São Paulo exportou 1,2 milhão de pares, 38,97% a menos comparativamente ao primeiro bimestre do ano passado, obtendo divisas de US$ 19,4 milhões, 40,36% a menos. 

Os produtos em couro continuam tendo valorização maior no mercado internacional. Mesmo com a redução de 36% no volume exportado no bimestre, que foi de 8,6 milhões de pares, os calçados de couro foram responsáveis pelo faturamento de US$ 192 milhões. Já os calçados em sintético, mesmo com o embarque de 19 milhões de pares, receberam US4 73 milhões. No período, este grupo de calçados teve redução de 36% no volume exportado e de 26,2% no faturamento.

FONTE: JORNAL DO COMÉRIO

BBB: Marketing é coisa séria


O BBB é a grande sensação da mídia televisiva do momento.

Grande em audiência, têm atraído também, a atenção de grandes marcas para a divugação, método usado em séries da própia emissora para a divulgação das mesmas. 

Mas o Marketing, deve ser encarado de uma forma mais séria e cuidadosa para não sujar a imagem da empresa transmitindo uma ótica que não corresponde com a proposta do patrocinador prejudicando a política empresarial de cada empresa.

Eis aqui a questão: O que devemos aprender com o BBB ? O que se passa na tv é de fato essencial para as nossas vidas?
Se for no contexto dos participantes, de forma alguma.

Ninguém saberia nem ao menos digitar seu própio curriculo. Mostrar a bunda na televisão e manifestar comportamentos de taras sexuais é excitante mas não demonstra personalidade.

Querem criar um rótulo que causa a continuidade da exploração daqueles menos instuídos, para questões fúteis e que não sejam de instrução proveitosa.

A única coisa que se observa de útil, são as técnicas que a Rede Globo usa para atrair as grandes corporações (patrocinadores) para a divugação de serviços e produtos e, usar  de maneira barata, personagens que não existem para fazer seu própio marketing como canal de comunicação.

O perigo é sujar a empresa por passar uma imagem ou forma de divulgação que não seja aquela proposta para ser alcançada, perdendo importantes nichos de mercado.

Mas a imitabilidade de consumo dos integrantes pode condicionar os consumidores ao faturamento alto e promissor para os patrocinadores, desde que se observe a forma como essa imagem do produto ou serviço aparece na televisão, e a reação do consumidor em relação ao comercial apresentado buscando ser de acordo com as expectativas de seus clientes em potencial.

"O sabão em pó, é para lavar roupas e não matar formigas", disse um dos participantes.

É preciso tomar cuidado para não jogar a imagem do produto ou serviço no lixo. Tem de se usar de meios de comunicação e profissionais especializados.
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quinta-feira, 19 de março de 2009

O Comércio Exterior do Brasil

O Brasil é a 10ª maior economia mundial, de acordo com os critérios de Produto Interno Bruto diretamente convertido a dólares americanos [1], e está entre as 10 maiores economias mundiais em critérios de "Paridade do poder de compra"[2], sendo a maior da América Latina, e está na 70ª posição no ranking do IDH (Índice de desenvolvimento humano)[3].

O primeiro produto que moveu a economia do Brasil foi o Pau-Brasil no período logo após o descobrimento e mais tarde, com a divisão do Brasil em Capitanias Hereditárias passou a ser o açúcar a principal atividade, e que perdurou por quase todo o período de colônia, vindo a ser substituído como principal atividade pelo ouro da região de Minas Gerais em meados do Sec. XVII. Já independente, um novo ciclo econômico surgiu, agora com o café. Esse momento foi fundamental para o desenvolvimento do Estado de São Paulo, que acabou por tornar-se o mais rico do país.

Apesar de ter dado, ao longo da década de 90, um salto qualitativo na produção de bens agrícolas, alcançando a liderança mundial em diversos insumos, com reformas comandadas pelo governo federal, a pauta de exportação brasileira foi diversificada, com uma enorme inclusão de bens de alto valor agregado como jóias, aviões, automóveis e peças de vestuário.

Hoje, a pauta do Brasil é considerada moderna e diversificada, incluindo aviões. Atualmente o país está entre os 20 maiores exportadores do mundo, com US$ 118 bilhões (em 2005) vendidos entre produtos e serviços a outros países. Mas com um crescimento vegetativo de dois dígitos ao ano desde o governo Fernando Henrique, em poucos anos a expectativa é que o Brasil esteja entre as principais plataformas de exportação do mundo.

Em 2004 o Brasil começou a crescer, acompanhando a economia mundial. O governo diz que isto se deve a política adotada pelo presidente Lula, grande parte da imprensa reclama das altas taxas de juros adotadas pelo governo. No final de 2004 o PIB cresceu 4,9%, a indústria cresceu na faixa de 8% e as exportações superaram todas as expectativas.

O Brasil é visto pelo mundo como um país com muito potencial assim como a ÍndiaRússia e China. A política externa adotada pelo Brasil prioriza a aliança entre países sub-desenvolvidos para negociar com os países ricos. O Brasil, assim como a Argentina e a Venezuela vêm rejeitando o projeto da ALCA em discussão, apesar das pressões dos EUA. Existem também iniciativas de integração na América do Sul, cooperação na economia.

Seus maiores parceiros comerciais são a União Européia, os Estados Unidos da América, o Mercosul e a República Popular da China.

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fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Comércio_exterior

domingo, 8 de março de 2009

O que é Marketing?


Diante de um tema com "tantos" significados, recorremos à maior enciclopédia aberta da internet para oferecer uma aproximação à definição da palavra MARKETING.

portanto, acesse o link abaixo e aprofunde a sua idéia sobre marketing:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Marketing

ATT,
Equipe Blog Administração UNIESSA.