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terça-feira, 26 de julho de 2011

Superávit cresce...


O desempenho da balança comercial brasileira tem sido fonte de surpresa para os analistas neste ano. No começo de 2011, os economistas do mercado financeiro acreditavam que o superávit (exportações menos importações) não seria superior a US$ 9 bilhões neste ano.
Entretanto, os últimos dados divulgados pelo governo mostram que, na parcial de 2011, até 24 de julho, a balança acumulou um saldo positivo de US$ 16,1 bilhões - com crescimento de 71,8% frente ao mesmo período de 2010. Valor bem acima do esperado inicialmente para o ano fechado.

A grande surpresa ficou por conta dos preços das chamadas "commodities", que são os produtos básicos com cotação internacional, como minério de ferro, petróleo, e alimentos, como soja. Com o preço destes produtos em alta, as vendas externas se tornam mais rentáveis - o que aumenta o valor das exportações.

Os dados do governo federal mostram que as vendas externas dos produtos básicos, impulsionadas pelos preços das "commodities", subiram 44%, para US$ 56 bilhões no primeiro semestre, enquanto as exportações de semimanufaturados e manufaturados cresceram, respectivamente, 29,7%, para US$ 16,1 bilhões, e 19,1%, para US$ 43,3 bilhões.

A principal reclamação dos empresários para o crescimento dos produtos acabados (manufaturados) ser menos da metade da taxa de expansão dos produtos básicos é o câmbio. Com o dólar baixo, as exportações se tornam mais caras, ao mesmo tempo em que as compras do exterior se tornam mais acessíveis. Além disso, também reclamam da alta carga tributária, da taxa de juros elevada no mercado interno e dos custos de logística, entre outros.


Frango em conserva
Mesmo com o dólar baixo e todos estas dificuldades, alguns produtos manufaturados brasileiros têm se destacado no exterior. As vendas externas de carne de frango processada, os chamados "marinados", também cresceram fortemente neste ano. Dados do Ministério do Desenvolvimento revelam que a taxa de crescimento, no primeiro semestre, somou 38%, para US$ 280 milhões.

"O aumento aconteceu porque, no ano passado, a gente teve preços não convidativos para processados. Nesse ano, melhoraram os preços e o estímulo para as vendas foi maior. O mercado mais exigente de todos, de referência, é a União Europeia. A China comprou frango brasileiro sem ter mandado uma missão para cá por ter como referência o fato de exportarmos para a União Europeia, que não importa carne de frango dos Estados Unidos por exemplo. O produto brasileiro é visto com muita simpatia em muitos países. É saudável, orgânico. Temos conseguido conquistar e crescer nos mercados exigentes", declarou Francisco Turra, presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef).


Veículos de carga e máquinas agrícolas
Dados do Ministério do Desenvolvimento mostram que as exportações de veículos de carga e máquinas agrícolas, entre outros, também têm boa demanda do exterior.

As vendas externas de veículos de carga avançaram 39,8% no primeiro semestre deste ano, para US$ 989 milhões. Já as exportações de partes e motores para veículos automóveis cresceram 44,4% em igual período de comparação, para US$ 929 milhões. No caso dos tratores, as exportações subiram 56% no primeiro semestre deste ano, para US$ 619 milhões, enquanto outras máquinas e aparelhos para uso agrícola tiveram incremento de 40,7% nas vendas externas, para US$ 395 milhões.

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), os resultados de exportações de caminhões e máquinas agrícolas são decorrentes, "em grande parte", da recuperação das exportações para mercados atingidos pela crise de 2008 e 2009, que estão voltando "gradualmente" a demandar.

"Há reconhecimento de que caminhões, ônibus e máquinas agrícolas produzidas no Brasil têm nível global de qualidade; aqui estão as inovações tecnológicas contemporâneas. Não há defasagem em termos de tecnologia entre produtos brasileiros e feitos no exterior. Os produtos brasileiros são globalizados, uma vez que aqui estão instaladas com fábricas, as principais marcas mundiais desses produtos", avaliou a Anfavea. Segundo a Associação, a presença dos caminhões e máquinas agrícolas brasileiros no exterior se dá nos cinco continentes.
Portal G1fonte: http://www.aviculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/superavit-cresce,20110726092111_I_035,20090313114400_K_069.aspx

Marketing agrícola...


Entidades e empresas ligadas ao agronegócio anunciaram ontem, em São Paulo, um projeto que promete tirar do papel uma demanda antiga e recorrente no setor: uma estratégia de comunicação com o objetivo de melhorar a imagem da produção agropecuária no Brasil. Batizado de "Movimento Sou Agro", o plano prevê uma ofensiva publicitária "sem precedentes" e que já consumiu R$ 13 milhões - arrecadados junto a empresas como Bunge, Cargill e entidades patronais, como a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

O ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, articulador do movimento, disse que projetos semelhantes são realizados na Europa e nos EUA há décadas e que o Brasil ficou para trás. "Lancei esta ideia há quase 20 anos, mas as empresas nunca se interessaram em financiá-la. Houve um amadurecimento. É a primeira vez que todos os segmentos da cadeia se articulam em uma campanha única".

"Queremos sensibilizar 70 milhões de brasileiros nos próximos três meses e criar um vínculo emocional entre os públicos urbano e rural", afirma Adalgiso Telles, diretor corporativo da Bunge e um dos coordenadores do projeto. Desde ontem começaram a ser veiculados nas emissoras de TV e rádio inserções protagonizadas pelo atores globais Lima Duarte e Giovanna Antonelli, que exaltam o agronegócio. Também serão veiculados anúncios em jornais, revistas, painéis e monitores em aeroportos.

Embora a preocupação seja defender o setor contra o que os organizadores do movimento classificam como "série de inverdades", em temas como Código Florestal, pauta de exportações e compra de terras por estrangeiros, a campanha na grande mídia não deve tocar nesses temas. Este trabalho ficará com a "Rede Agro", um think tank criado com o objetivo de divulgar pesquisas e rebater críticas ao setor veiculadas na imprensa.
Valor Econômico

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Presidente da Itália promulga plano de austeridade econômica...

O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, promulgou no começo desta noite do horário de Roma (tarde no horário de Brasília) o plano de ajuste econômico aprovado na manhã desta sexta-feira no Parlamento italiano. 

Em nota emitida pelo Quirinale, a sede presidencial, o chefe de Estado manifestou que espera que tanto as forças governistas como a oposição confrontem "de forma aberta e conclusiva" propostas para "romper o ciclo de alto déficit e baixo crescimento que atinge a Itália". 

Atualmente, a dívida italiana equivale a 119% de seu Produto Interno Bruto (PIB) e a última taxa de crescimento ficou em 1,3% em 2010, taxa menor que o crescimento registrado por toda a União Europeia (UE) no período, de 1,9%. 

Para Napolitano, as propostas elaboradas pelo governo e pela oposição também deverão não apenas resolver o problema econômico da Itália, mas relançar um "projeto europeu". 

Ele elogiou a adesão da oposição à aprovação do projeto de austeridade econômica, e expressou que "o país tem o motivo de ser grato ao Parlamento pelo empenho e a determinação com a qual procedeu em tempo rápido ao exame e à votação do decreto-lei". 

"Foi uma prova extraordinária de conscientização e de coesão nacional que reforça a confiança na Itália das instituições europeias e dos mercados", acrescentou. O plano foi aprovado na Câmara dos Deputados por 381 votos a favor e 280 contra. 

O plano prevê cortes de 48 bilhões de euros e estabelecimento de impostos que deverão arrecadar para os cofres públicos outros 31 bilhões de euros. O decreto também prevê privatizações e congelamento de pensões e aposentadorias. 

A dívida pública italiana cresceu nos últimos anos após a crise econômica de 2008, quando o governo decidiu aumentar as despesas para estimular a economia. A crise, porém, já provocou aumento no desemprego e da pobreza. 


De acordo com relatório divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estatísticas (Istat) da Itália, há 8,272 milhões de italianos na linha da pobreza, ou 13,8% da população, sendo que 3,129 milhões -- ou 5,2% da população -- estão em condição de pobreza absoluta.

fonte: http://www.dci.com.br/Presidente-da-Italia-promulga-plano-de-austeridade-economica-9-381470.html

Varejo deve continuar aquecido...

Por causa do aumento do custo do crediário, o consumidor da cidade de São Paulo está mais cauteloso na hora de fazer compras a prazo. Mas essa cautela ainda não é suficiente para alterar as expectativas de vendas do comércio varejista neste segundo semestre. É o que mostram os dados de uma pesquisa com 500 consumidores feita pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), em conjunto com a Felisoni Consultores Associados.

O levantamento mostra que 72,4% dos entrevistados continuam dispostos a comprar bens duráveis no terceiro trimestre,  ante 75,6% que declararam a mesma intenção no terceiro trimestre de 2010. Mesmo com essa queda de 3,2 pontos percentuais, o índice está acima da média de 60% da série histórica, que começou em 2003.

Para Claudio Felisoni de Angelo, presidente do conselho do Provar, o resultado da pesquisa deve ser motivo de preocupação para o governo, que espera uma queda do consumo com as medidas de restrição ao crédito adotadas recentemente para segurar a inflação. “Os patamares [de vendas] estão preservados. Muito provavelmente fecharemos 2011 como um ano muito bom para o comércio, o que, certamente, implicará em maior preocupação do governo no controle da inflação”.

Em sete das dez categorias pesquisadas sobre o interesse de comprar pelo crediário, houve redução do desejo de consumo. No caso de automóveis e motocicletas, a intenção de compra caiu 24,2% entre o segundo e o terceiro trimestres. A segunda maior queda se deu na intenção de compra de produtos da linha branca, de eletrodomésticos como geladeiras, lavadoras e fogões (-22,6%).

Os produtos eletroeletrônicos mantêm-se à frente na preferência de consumo (12,8%) . Este percentual é ligeiramente superior ao registrado no segundo trimestre (12%) e supera o índice medido em igual período do ano passado (10,4%).

Na segunda posição está a intenção de consumo de produtos de informática (11,4%). Cine e foto ocupam o terceiro lugar, com queda de 15,8% sobre o mesmo período do ano passado (de 12,6% para 10,6%).

A queda da intenção de consumo, segundo Felisoni, está diretamente associada ao aumento da taxa média anual de juros, qua passou de 41,5% em maio de 2010 para 46,8% em maio deste ano. Felisoni atribuiu à demanda ainda aquecida o crescimento da massa salarial da indústria (8,05% entre março do ano passado e março deste ano) e, em especial, ao avanço do setor de serviços. Na análise dele, a melhora de renda das famílias que ganham entre quatro e dez salários mínimos é o que tem impulsionado os negócios.

Aumento de estoques estimula férias na indústria...

O descompasso entre o ritmo de produção das fábricas e as vendas do varejo provocou um aumento dos estoques em setores importantes, como carros, embalagens, materiais de construção e até alimentos na virada do semestre. Com encalhe crescente, houve indústrias que iniciaram o mês dando férias ou cortando hora extra. O comércio reduziu pedidos e optou por promoções nas quais na compra de um item, o segundo é de graça.
Dados da Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostram que, pelo segundo mês seguido, a fatia de empresas com estoques excessivos aumentou em junho e atingiu 5,3%. De 14 setores pesquisados, em 9 cresceu o porcentual de companhias que declararam ter estoques acima do normal na comparação com maio. A pesquisa já desconta o comportamento típico de cada mês. Quando se leva em conta junho de 2010, o período mais recente de estoques baixos, o volume de produtos indesejáveis cresceu em todos os setores pesquisados, exceto nos eletrônicos, observa o responsável técnico pela pesquisa, Jorge Ferreira Braga.
Quase todos os segmentos de embalagens registraram em junho um aumento da parcela das empresas com estoques excessivos. Em junho, 52,5% dos fabricantes de embalagens metálicas e 15,9% das indústrias de material plástico para embalagens informaram que estavam com volumes excessivos de produtos.
Segundo Braga, o aumento dos estoques de embalagens é um termômetro importante de outros setores. Está relacionado com a redução da demanda interna por bens duráveis e não duráveis, em resposta ao aperto no crédito dado no fim de 2010 e aos aumentos sucessivos na taxa de juros desde janeiro. "A demanda diminuiu, mas a produção continuou no ritmo anterior. É claro que esse movimento acabaria provocando acúmulo de estoque", diz o economista.
"Todo mundo hoje está com estoque porque o crescimento do PIB vai ser menor", diz o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico, José Ricardo Roriz Coelho. Ele conta que os estoques do setor chegaram a 25 dias e o normal é 20. Esse acréscimo, segundo ele, ocorreu por causa da redução das encomendas das indústrias de alimentos, da construção civil e das montadoras de veículos.
Na semana passada, a Fiat deu férias coletivas para um turno dos trabalhadores da fábrica de Betim (MG). Segundo a FGV, 8,9% das montadoras tinham estoques excessivos em junho ante 0,5% em maio. Entre indústrias e concessionárias, há o equivalente a 33 dias de vendas de carros nos pátios, um volume muito próximo do considerado crítico para o setor, que é de 35 dias.
O encalhe de veículos fez revendas de três marcas concorrentes (GM, Nissan e Fiat) se unirem para desovar cerca de 2 mil carros. Três concessionárias decidiram fazer hoje e amanhã o primeiro feirão de rua, na Avenida Nazaré, no Ipiranga. "A expectativa é vender 400 carros", diz o diretor da Itororó, Gilberto Antonialli. Entre as vantagens oferecidas está o primeiro pagamento só para novembro, quando é a paga a 1.ª parcela do 13.º salário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo..

fonte: http://www.parana-online.com.br/editoria/economia/news/544827/?noticia=AUMENTO+DE+ESTOQUES+ESTIMULA+FERIAS+NA+INDUSTRIA

domingo, 3 de julho de 2011

É possível distribuir lucros para não-sócios?


É possível distribuir lucros para não-sócios?
Respondido por Alexandre Galhardo, especialista em tributos
São Paulo - O lucro é a remuneração do capital investido na empresa e sua distribuição aos sócios está beneficiada com isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física e da Contribuição Previdenciária, conforme prevê a legislação tributária.
O lucro normalmente é distribuído na proporção da participação do sócio no capital social. Saiba que o contrato social pode dispor de forma diferente, porém nenhum dos sócios poderá receber a totalidade do lucro. Para as empresas do Simples, vale a mesma regra.
No entanto, não existe a previsão legal de distribuição de lucros para pessoas que não fazem parte de uma sociedade. Cabe ao administrador ou gerente não-sócio a tarefa de realizar a correta distribuição do lucro aos sócios.
Os não-sócios são remunerados através de gratificações e salários indiretos em que devem ser tributados normalmente pelo imposto de renda a título de tributação exclusiva.
Qual a forma correta de recolher o PIS e COFINS na indústria cosméticos?



Alexandre Galhardo
 é especialista em gestão fiscal-tributária e articulista do site www.seuconsultorfiscal.com.br

Envie suas dúvidas sobre impostos para examecanalpme@abril.com.br




Como saber o que os clientes pensam da sua empresa?


Qual o significado da sua empresa para os clientes?
Respondido por Daniela Khauaja, especialista em marketing
São Paulo – Na área acadêmica, uma disciplina bastante importante é o estudo de signos, conhecido como semiótica. Apesar dos empreendedores não precisarem conhecer a fundo esse campo, é bom lembrar que toda marca é um signo, o que deixa clara a ligação entre marketing e semiótica.
Um dos pontos a serem analisados é como os clientes primeiro se deparam com seus produtos. Para isso, analise embalagens, rótulos, protótipos de produtos, logotipos, peças publicitárias da sua empresa. Pesquisas com clientes no ponto de venda e com os funcionários pode ajudar a desenvolver isso.
Depois, preste atenção à marca. Pode ser apenas um nome ou um desenho. Lembre-se que ela carrega muitos significados na cultura do consumidor e os profissionais de marketing buscam descobrir, criar, traduzir e transformar esse significado. Em um ambiente tão competitivo e no qual os produtos não conseguem mais diferenciarem-se por atributos funcionais, administrar de maneira consciente como os clientes enxergam a sua empresa é crucial para o sucesso.
Uma análise deste tipo pode ajudar na escolha das cores de uma embalagem, do formato de um produto, das palavras que formam um slogan, entre outras escolhas relacionadas aos elementos da marca que devem ser pensadas e discutidas com toda a equipe.
Daniela Khauaja
Daniela Khauaja é especialista em marketing pela Western International University de Londres e coordenadora da área de marketing de pós-graduação da ESPM.

Envie suas dúvidas sobre marketing para examecanalpme@abril.com.br


FONTE: http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-saber-o-que-os-clientes-pensam-da-sua-empresa

Seminário discute logística de transporte ferroviário...



Cuiabá sedia, nesta segunda-feira (20), o seminário "Desenvolvimento e Ferrovias - Centro-Oeste", que irá debater a importância do transporte modal para a infraestrutura e logística do país.

No total, serão abordadas cinco ferrovias que passam pelos estados de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul: Senador Vicente Vuolo (Ferronorte), Novoeste, Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), Norte-Sul e Ferrovia Novoeste. Apenas o Distrito Federal não está incluído no roteiro.

Além da bancada federal do Centro-Oeste, o evento terá a participação de representantes do Ministério dos Transportes, a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e América Latina Logística (ALL), detentora da concessão em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O objetivo do evento é escrever a "Carta de Cuiabá", com todos os elementos que serão defendidos em plenário, no Congresso Nacional, pelos deputados federais e senadores. Entre as medidas, uma é cobrar ações orçamentárias do Governo Federal, além de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), focados nos trechos das vias.

Outro ponto é que, no seminário, o Governo do Estado, a ANTT e a Valec assinarão o termo de compromisso para elaboração dos estudos e projetos do trecho da Ferrovia Senador Vicente Vuolo, entre Rondonópolis e Cuiabá.

O termo a ser assinado é um avanço da minuta inicial, que seria apenas para os estudos de impactos ambientais e o Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente (EIA-Rima), e agora vão incluir também, além dos estudos de viabilidade econômica, o projeto básico com definição do traçado deste trecho da ferrovia.

Esse projeto é que vai garantir que, ao inaugurar o terminal de Rondonópolis, a Valec possa iniciar a construção da ferrovia até Cuiabá.
Programação do Seminário
Seminário "Desenvolvimento e Ferrovias"
Local: Fiemt - Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso
End: Av. Hist Rubens Mendonça, 156 - Jd Aclimação

10h00 - Abertura dos Trabalhos
PPresidente da Frente Parlamentar das Ferrovias - Dep. Pedro Uczai
Reunião Técnica
Ministério dos Transportes, ANTT, Valec e ALL, Secretários de Transportes dos Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, ANTT, Valec e ALL, Parlamentares Estaduais e Federais e integrantes do Fórum Pró-Ferrovia em Cuiabá.
12h00 - ALMOÇO
14h00
Abertura solene
Composição da mesa
Execução do Hino Nacional na "Viola de Cocho"
Assinatura do "Termo de Compromisso" entre o Governo do Estado de Mato Grosso, ANTT e Valec para elaboração dos Estudos e Projetos do Trecho da Ferrovia Senador Vuolo entre Rondonópolis e Cuiabá.
Pronunciamento do Governador do Estado, Silval Barbosa e demais autoridades.
15h00
Painel "Diagnóstico e perspectiva da Região Centro-Oeste"
Ministério dos Tranportes
Marcelo Perrupato, Secretário de Política Nacional de Transportes
ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestre)
Noburo Ofugi, Superintendete de Serviços de Transporte de Cargas - Sugar.
Valec Engenharia, Construções e Ferrovias
José Francisco das Neves, Diretor Presidente
ALL (América Latina Logística)
Paulo Basilio, Diretor Presidente
16h00
Deliberação da "Carta de Cuiabá - Ferrovias"
Moderadores:
Francisco Antônio Vuolo - Secretário Extraordinário de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes (MT)
Wilson Cabral - Secretáio de Esado de Obras Públicas e de Transportes (MS)
Wilder Pedro de Moraes - Secretário de Estado de Infraestrutura (GO)
16h30
Encerramento

Alckmin defende participação da iniciativa privada...


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), fez hoje uma defesa contundente da participação da iniciativa privada nos setores de transportes e de logística e afirmou que "o governo não pode fazer tudo e não tem dinheiro para tudo". Segundo ele, o governo deve trazer a iniciativa privada para obras, incentivar os investimentos destas companhias e atuar "como regulador e fiscalizador".

As declarações, em Sumaré (SP), ocorrem um dia após o governo paulista confirmar o aumento de até 9,77% nas tarifas de pedágio de rodovias do Estado, administradas pela iniciativa privada por meio de concessões, e a mudança no índice de reajuste para 2012 do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O governador ratificou a mudança e ainda lembrou da contratação pelo Estado da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para, no segundo semestre, analisar o equilíbrio econômico e financeiro dos contratos.

O governador não detalhou, contudo, se a análise significaria uma revisão futura dos contratos. E anunciou, também sem revelar detalhes, que algumas praças de pedágio da região de Campinas serão desmembradas no futuro. Alckmin participou, hoje, do evento de apresentação de investimentos de R$ 1,3 bilhão da Rumo Logística, do Grupo Cosan, na ampliação do transporte ferroviário de açúcar entre o interior paulista, maior região produtora da commodity, e o Porto de Santos.

Alckmin comentou sobre a participação do governo paulista em obras do ferroanel e disse que o Estado tem "interesse em participar, tanto da asa Norte, como da Sul". Ele previu que em julho estará pronto estudo sobre a interligação entre Santos e Guarujá e ainda para obras nas regiões portuárias dos municípios. O governador garantiu que a ligação terrestre entre as duas cidades "ou ponte, ou túnel, ocorrerá", sem dar uma posição pessoal sobre o tema.

O governador falou ainda da perspectiva de início imediato das obras da Linha 17-Ouro do Metrô, após a derrubada da liminar concedida a uma empresa que contestou a vencedora da licitação. "Esperamos derrubar a última liminar na quinta-feira (30); a obra está contratada e começará assim que isso ocorrer", disse. A linha ligará, por monotrilho, o Aeroporto de Congonhas, a estação Jabaquara do Metrô, a futura linha 5 e o trem Osasco-Grajaú.