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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Presidente da Câmara de Comércio expõe oportunidades de negócios entre o Pará e a China



Presidente da Câmara de Comércio expõe oportunidades de negócios entre o Pará e a China

    Da Redação
    Agência Pará de Notícias
    Atualizado em 09/01/2012 às 17:57

    Várias oportunidades de negócios entre o Estado do Pará e a República Popular da China foram expostas por Charles Tang, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC), com base em informações atualizadas da realidade dos mercados internacionais, na última sexta-feira, 6, no Centro Integrado de Governo (CIG). A Câmara mantém convênio com o governo do Pará na representação institucional na China. Durante a exposição, Charles Tang estimulou secretários estaduais e dirigentes empresariais a estreitarem os vínculos com o país asiático.
    Charles Tang fez uma retrospectiva das economias do Brasil e da China no cenário mundial, e ressaltou o papel preponderante que a Câmara de Comércio e Indústria tem exercido nos últimos 30 anos, na tarefa de aproximar empresários, reduzir diferenças culturais e impulsionar a balança comercial, com exportações e implantação de projetos que geram empregos para brasileiros e chineses.
    Ao falar sobre a identificação de possibilidades de negócios no Estado, o presidente da Câmara sugeriu que o Pará seja um “Estado-irmão” de uma província chinesa, como a Província de Shandong, a mais próspera da China, a fim de receber um tratamento diferenciado.
    Ele frisou ainda que o norte do Brasil tem muito para crescer às exportações, especialmente a partir de 2014, quando será inaugurada a obra de alargamento do Canal do Panamá, o que reduzirá a distância da costa norte brasileira para os mercados asiáticos. "Esse 'soft power' (poder de influência) não deve ser desperdiçado no caso do Pará", acrescentou.
    A exposição foi assistida pelo secretário Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção, Sidney Rosa, que já esteve na China com uma comitiva de deputados estaduais paraenses; os secretários de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, David Leal, e de Pesca e Aquicultura, Henrique Sawaki, além de dirigentes da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA), e do deputado estadual Martinho Carmona, que há 12 anos desenvolve um trabalho visando atrair investidores chineses para o Estado.
    Oportunidades
    Entre os futuros negócios identificados por Tang, há possibilidade de a China implantar no Pará projetos de mineração e de plantas industriais, nos segmentos de siderurgia e metalurgia, além de uma moderna siderúrgica e de fábricas de ônibus, motocicletas ou celulose. Tudo isto com a velocidade chinesa de domínio de iniciativas dessa natureza e qualidade e design de produtos.
    No entanto, segundo Charles Tang, as oportunidades de negócios são mais amplas. O alargamento do Canal do Panamá também poderá impulsionar projetos voltados à modernização e construção de portos. O setor de pesca e aquicultura pode ser beneficiado com investimentos e tecnologia chinesa, inclusive para pesca em águas profundas.
    Charles Tang encerrou a exposição convidando o governo do Estado a firmar um intercâmbio científico e cultural entre a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e universidades estatais da China, iniciativa já viabilizada com o Estado do Mato Grosso. Segundo ele, para que essas oportunidades se concretizem é importante dar segmento aos negócios, evitando interrupções no processo de consolidação desses projetos. 
    O presidente da Faepa, Carlos Xavier, expôs as ações e preocupações ambientais da entidade para tornar o Pará um exportador mundial de alimentos. Já a secretária adjunta da Seicom, Maria Amélia Enriquez, aproveitou para expor o potencial do Estado no campo da biodiversidade da floresta. Segundo ela, a secretaria incentivará a cadeia e verticalização da bioindústria, por meio de polos específicos.
    O titular da Seicom, David Leal, ressaltou que a secretaria é uma das principais interlocutoras do Estado com a China, e acrescentou que devem ser estabelecidas prioridades visando a verticalização da produção e o aumento da geração de emprego e renda.
    O secretário Sidney Rosa agradeceu o apoio de Charles Tang no fortalecimento da relação entre o Pará e a China, e destacou que as oportunidades enumeradas serão priorizadas pelo governo do Estado perante o empresariado.
    Serviço: A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China mantém no endereço www.camarabrasilchina.com.br o calendário de eventos e feiras. Também é possível encontrar um show room virtual de produtos e empresas da China, em português, e do Brasil, em chinês. Em Belém, o escritório da CCIBC-PA funciona na Rua Almirante Wandenlkolk, nº. 811, sala 904. Contatos em Belém: (91) 3224-6917, (91) 8814-0090 epa@ccibc.com.
    Texto:
    Andréa Amazonas - SEDIP
    Fone: (91) 3201-3685 / (91) 9144-6691
    Email: andrealia@gmail.com

    Secretaria Especial de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção
    Avenida Nazaré, 871, anexo - 1º andar. Belém-PA. CEP: 66035-170
    Fone: (91) 3201-3684 / 3772
    Site: www.pa.gov.br Email: gabinetesedip@gmail.co
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    sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

    Empresas poderão solicitar certidão negativa de débitos trabalhistas a partir desta quarta...


    A partir desta quarta-feira (4), as empresas poderão solicitar gratuitamente a emissão da CNDT (Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas), a fim de comprovarem a inexistência de débitos não pagos perante a Justiça do Trabalho. O documento também é adequado para quem tiver interesse em participar de licitações e firmar contratos com o poder público. A certidão será válida para todos os estabelecimentos da empresa e pelo prazo de 180 dias contados da data emissão.
    A advogada do Cenofisco Andreia Tassiane Antonacci, especialista em legislação trabalhista, explica que o interessado não obterá a certidão quando constar em seu nome inadimplência de obrigações estabelecidas em sentença condenatória transitada em julgado proferida (quando não cabem mais recursos) pela Justiça do Trabalho ou em acordos judiciais trabalhistas, inclusive no que diz respeito aos recolhimentos previdenciários, honorários, entre outros. "Além disso, ele não poderá requerer a certidão quando houver débitos de obrigações decorrentes de execução de acordos firmados perante o Ministério Público do Trabalho ou Comissão de Conciliação Prévia", explica a advogada.
    Andreia pontua ainda que nas situações em que for verificada a existência de débitos garantidos por penhora suficiente ou com exigibilidade suspensa, será expedida Certidão Positiva de Débitos Trabalhistas em nome do interessado com os mesmos efeitos da CNDT. "A Certidão certificará a empresa em relação a todos os seus estabelecimentos, agências e filiais".
    Segundo a especialista, administração pública exigirá a CNDT para habilitação em licitações e para a prestação de serviços aos entes da administração direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista. "A emissão da CNDT seguirá os mesmos parâmetros utilizados para as certidões negativas de débitos do FGTS, expedidas pelo site da Caixa Econômica Federal, nas quais se efetua a consulta conforme o CNPJ do interessado".
    Para Andreia, a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas é uma forma de acelerar a execução na esfera da Justiça do Trabalho e evitar que os empregados sofram com a quantia não recebida de processos que são ganhos. "Ainda é muito cedo para fazermos qualquer avaliação, mas a fixação de critérios para sua emissão pode trazer alguns entraves para as empresas, como a demora para obter o documento, por exemplo, que traria uma burocracia a mais", finaliza a advogada do Cenofisco. 
    http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/empresas-poderao-solicitar-certidao-negativa-de-debitos-trabalhistas-a-partir-desta-quarta-4/51120/
    fonte: 

    'BRICS' LIDERA RECUPERAÇÃO ECONÔMICA MUNDIAL...

    Em 2011, quando os países desenvolvidos estavam mergulhando na estagnação econômica, o olhar do mundo se virou para os países do Brics. O criador do termo BRIC, presidente do Goldman Sachs, Jim O'Neill, prevê que "o mundo será diferente com a emergência dos países dos Bric."


    "Este é o primeiro trem chinês que o Rio de Janeiro usa. Ele faz parte de um conjunto de 120 trens que servirão os moradores da cidade. O trem vai elevar a qualidade de vida da população e trazer mais conveniência ao transporte local. Os habitantes do Rio de Janeiro e eu estamos satisfeitos por poder utilizar o trem vindo da China."

    O discurso foi feito pelo secretário estadual dos Transportes do Rio de Janeiro, Júlio Lopes. O trem é apenas um caso de uma série de cooperações entre China e Brasil. As duas maiores nações em desenvolvimento concretizaram um total de US$70,9 bilhões em transações nos primeiros onze meses deste ano. Uma alta de aproximadamente 40% perante o mesmo período do ano passado.

    A forte expansão dos negócios entre os membros do Bric atraiu mais países a integrar o bloco, como disse o Dawie Roodt, economista chefe do Efficient Group da África do Sul.

    "Por quê a África do Sul quer integrar o Bric? A razão é bem simples. O atual desenvolvimento mundial, em vez de ser puxado por países desenvolvidos, vem sendo carregado exatamente por aqueles chamados de "emergentes".Para a África do Sul, é importante ligar os interesses do país aos das nações vitoriosas no palco mundial. E agora, são os países do Bric que saem vitoriosos."

    Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a taxa de desenvolvimento econômico da China será de 9,5% este ano, e de 9,0% no próximo ano. Quanto ao Brasil, a previsão é de 3,8% e 3,6%. A Índia deve crescer 7,8% em 2011 e 7,5% em 2012, enquanto a Rússia, 4,3% e 4,1% e a África do Sul, 3,4% e 3,6%. Para o deputado estadual de Santa Catarina, Jailson Lima, foram as contribuições dos países do Brics que atenuaram os impactos da crise econômica mundial.

    "A unidade dos Brics representa a união dos países emergentes, dos países que historicamente dentro da conjuntura econômica internacional não tinham peso nas decisões políticas e econômicas. E esta unidade mostra claramente que nós estamos sendo protagonistas de uma nova ordem econômica."

    Além de compartilhar de uma base sólida de cooperação, os países do Brics têm também entre si uma relação de competição. Isso se reflete nas fricções econômicas surgidas nos últimos anos nas transações da China com o Brasil e com a Índia. O embaixador do Brasil, Clodoaldo Hugueney, considera os conflitos comerciais um fenômeno natural.

    "Quando as transações comerciais entre dois países atingem um certo nível, é normal que surja mais tensão nas relações entre os dois lados. O comércio é um processo bilateral e sua estrutura deve refletir a composição do PIB dos países envolvidos. Por exemplo, o Brasil, embora exporte principalmente minérios para a China, sua transação com outros países é uma refleção precisa da estrutura industrial do país. Nós precisamos chegar a um melhor equilíbrio na estrutura de exportações."

    As mesmas preocupações dos países do Brics em relação aos assuntos econômicos e políticos mundiais os fizeram ter uma relação mais estreita e se tornar uma força importante para promover a multiplicidade do mundo. O embaixador chinês no Brasil, Qiu Xiaoqi, considera que o mecanismo do Brics está emitindo um sinal forte e claro ao mundo de buscar cooperação e estabilidade.

    "O mecanismo do Brics vai certamente se desenvolver mais no futuro. Um dos princípios fundamentais do bloco é a abertura, transparência e tolerância. Nós não somos contra outros países nem grupos de nações. O que queremos é promover a cooperação entre todos, o progresso econômico e concretizar a meta de desenvolvimento conjunto."

    Traduão Li Mei
    Revisão Luiz Tasso Neto
    fonte:
    http://portuguese.cri.cn/661/2012/01/04/1s144442.htm