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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O empreendedor...


Bom dia a todos!
Meu nome é Abdala Rezek Filho. Sou estudante de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas – EAESP em São Paulo e gostaria de compartilhar um pouco do meu aprendizado e da minha vivência a respeito de empreendedorismo com todos os leitores do JBR. Por isso, estarei aqui com essa nova coluna semanal do JBR. A idéia principal é trazer à população barretense um conteúdo com qualidade que possa ser útil ao leitor, à cidade eà região, buscando incentivar o surgimento de novos empreendimentos e levantando questões importantes relacionadas ao tema.
O que mais me motivou a escrever essa coluna foi a experiência que adquiri no estágio que fiz em um centro de estudos da FGV – EAESP. Trabalhei no GVCepe (Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital), onde me aproximei de assuntos relacionados ao empreendedorismo. Também participei de um curso para empreendedores na BabsonCollege, em Boston, uma das escolas mais reconhecidas pelo tema empreendedorismo e novos negócios. Além disso, trabalhei com um professor da FGV em um estudo sobre políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo no Canadá, no Chile, na Irlanda e na Itália.

Além de disseminar a cultura empreendedora entre os leitores, gostaria também de levantar questões importantes do mundo dos negócios, divulgar informações úteis para a sociedade em geral, mostrar um pouco de cada área de um negócio (financeiro, marketing, RH, estratégia, gestão empresarial, aspectos éticos, etc). Também apresentarei aqui aspectos que são freqüentemente discutidos em faculdades de Administração de Empresas, ajudando o vestibulando que ainda está em dúvida se cursa ou não Administração de Empresas. Para quem se interessar e quiser algo mais profundo, ainda passarei uma bibliografia (na maioria das vezes recomendada pelos professores da FGV-EAESP). Assim, para quem gostaria de estudar nessa faculdade (eu recomendo!) poderá ter pelo menos uma noção de como é e quais assuntos serão abordados e estudados lá dentro.
O empreendedorismo é uma arte. É uma iniciativa, é a construção de um sonho. Empreendedorismo está altamente relacionado ao ato de sonhar.
“O empreendedor quer, antes de qualquer outro objetivo, provar a si mesmo que é capaz de realizar os seus sonhos.”
Os livros trazem inúmeros conceitos sobre empreendedorismo. Não há uma definição concreta do termo, porém podemos seguir a definição de que o empreendedor é aquele que inicia o seu negócio (com algum grau de inovação) e consegue desenvolvê-lo. Normalmente o empreendedorismo é ligado à inovação, a uma nova idéia, a uma oportunidade, ou, tecnicamente, a uma falha de mercado. Para mim, o bom empreendedor é o bom gestor, inovador e criativo, ético e responsável socialmente, que preza pelo desenvolvimento da cidade/região/estado/país e do meio ambiente, oferecendo novos produtos e/ou serviços.

Vamos montar um esquema bem interessante para esclarecer o que é, de fato, o empreendedorismo e todas as suas variáveis. Eu pretendo compartilhar informações que julgo ser de qualidade de uma maneira bem simples e didática. Todo domingo estarei aqui dando sequência a esse projeto e discutindo questões como finanças, marketing, RH (Recursos Humanos), estratégia, fontes de financiamento, leis comerciais, entre outras, focando sempre em novos negócios. Para qualquer dúvida ou sugestão, envie uma mensagem para o meu e-mail (abdala.gv@gmail.com) ou entre em contato com o JBR.
Por enquanto é isso.
Boa semana a todos! Saudações.
FONTE:
http://www.jornaldebarretos.com.br/novo/2011/10/42234

Pesquisa: cresce o número de mulheres nos conselhos de empresas de capital aberto...


A participação de mulheres nos conselhos de administração das empresas brasileiras listadas em Bolsa tem crescido nos últimos anos. Das 2.647 posições efetivas em 2011, 8% são ocupadas por representantes do sexo feminino. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (31) pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa).


De acordo com o relatório “Mulheres no Conselho de Administração das Empresas Listadas Brasileiras”, que traz o panorama da diversidade e a quantificação da presença da profissional nos conselhos de administração, fiscais e nas diretorias estatutárias das empresas listadas em Bolsa no País, a estimativa é que, hoje, 165 mulheres ocupem posições em 204 conselhos de administração de 147 empresas.


Para se ter uma ideia, em 2010, as mulheres foram responsáveis pela ocupação de 7,10% dos cargos - considerando uma base de 3.046 posições efetivas.


Atenção nacional
Segundo uma pesquisa da Catalyst de 2011, em uma comparação com o restante do mundo, o Brasil ocupa uma posição intermediária quanto à diversidade de gênero nos conselhos de administração.


“Enquanto a Noruega é a primeira colocada no ranking, apresentando uma legislação própria que obriga as empresas a terem 40% das vagas em conselhos dedicadas às mulheres, o Brasil está entre os que já adotaram cotas ou estão em transição, com 7,7%”, informa o relatório.


Para a superintendente-geral do IBGC, Heloisa Bedicks, o assunto é extenso, entretanto, está cada vez mais presente nas discussões das companhias brasileiras.


“O levantamento do IBGC é uma continuação do relatório iniciado em 2009. A diversificação nos cargos da alta administração é um tema previsto em nosso código, que sugere a escolha de seus membros por compatibilidade ou superioridade de competências”, detalha a profissional.


Interesse mundial
Segundo o documento, o primeiro país a estabelecer em lei um percentual mínimo para as mulheres nos conselhos de administração foi a Noruega que, em 2003, aprovou uma lei exigindo 40% dos assentos dos conselhos para as mulheres. A lei entrou em vigor integralmente em 2008, quando as empresas de capital aberto deveriam estar adaptadas à regra.


Mais recentemente, outros países que estudaram a imposição de cotas para mulheres e criaram uma legislação para regulamentar o assunto foram a França, Espanha, Holanda, Bélgica e Itália.


No Brasil, a situação ainda está indefinida. Segundo o levantamento, o movimento em direção ao estabelecimento de cotas em lei no País ainda é incipiente, com somente um projeto de lei já aprovado pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado, o PLS 112/10.


Mas a expectativa para o futuro não é das piores. Segundo o levantamento, até 2016, as mulheres devem ocupar 10% dos cargos de conselho em empresas públicas e de economia mista, atingindo 40% em 2022.


O estudo
O estudo avaliou o perfil do conselho de administração de 454 empresas listadas em 2011, além de outras 507 em 2010. O relatório contou com informações levantadas pelo Instituto e dados concedidos pela BM&FBovespa nos últimos dois anos.


fonte: http://www.infomoney.com.br/mulheres-e-dinheiro/noticia/2244135-pesquisa+cresce+numero+mulheres+nos+conselhos+empresas+capital+aberto

SEMANA ACADÊMICA UNIESSA (2011): pegue suas fotos!!

Para pegar suas fotos da SEMANA ACADÊMICA UNIESSA (2011), acesse http://www.flickr.com/photos/paulorogerioluciano/collections/72157627855335579/ 


Escolha o tamanho da imagem e pronto, salve em seu computador.


att,
EQUIPE UNIESSA.
www.uniessa.com.br

BRIC deve assumir discurso comum sobre combate à crise

A presidente Dilma Rousseff se reúne hoje (3) com os líderes do BRIC – grupo integrado pelo Brasil, pela Rússia, Índia, África do Sul e China –, com o objetivo de definir um discurso comum para o combate aos efeitos da crise econômica internacional. As conversas ocorrem antes das reuniões da Cúpula do G20 (que inclui as 20 maiores economias mundiais), em Cannes, na França. A cúpula será encerrada amanhã (4).

De manhã, com os presidente da Rússia, Dimitri Medvedev, da África do Sul, Jacob Zuma, e da China, Hu Jintao, além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, Dilma pretende estabelecer o que é prioridade para os países emergentes em meio às discussões sobre os impactos da crise econômica internacional.
Para a presidente, é fundamental associar o combate à crise às políticas inclusivas, de investimentos em geração de emprego e renda, estabelecendo também o fim das medidas protecionistas. Dilma deve ressaltar que o Brasil se dispõe a colaborar na busca por soluções, mas que as ações podem afetar a estabilidade global.
Ao longo do dia, a presidente participa de almoço de trabalho sobre o sistema econômico global e mais duas sessões de trabalho. Em pauta, um plano de ações para o crescimento econômico mundial, as dimensões sociais da globalização e o comércio internacional.
Ontem (1º), em Cannes, Dilma se reuniu com Hu Jintao, a primeira-ministra da Austrália, Julia Gillard, e o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavia.
A expectativa, segundo os negociadores, é que amanhã (4) seja divulgado um comunicado conjunto sobre governança global e prioridades que serão assumida pelo México, que comandará o G20 em 2012.

FONTE: http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/bric-deve-assumir-discurso-comum-sobre-combate-a-crise