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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Marketing de guerrilha pode beneficiar pequeno negócio

Imagine a seguinte situação: você está no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, preparando-se para o check in, quando o alto-falante do saguão de passageirosanuncia que é aniversário da cidade. Em seguida, um samba começa a ecoar pelo espaço. Nesse momento, os supostos atendentes de uma companhia aérea começam a dançar, chamando a atenção não só de seus clientes, mas de todos no local.

Os “atendentes” eram dançarinos e tudo aquilo estava programado e coreografado. A ação foi realizada em 2010 por uma companhia aérea internacional no dia do aniversário do Rio de Janeiro. É o chamado marketing de guerrilha, que trabalha em cima do inusitado para divulgar as marcas. A empresa baiana Atak Ideias Criativas, que promove este tipo de marketing, é uma das atrações da Feira do Empreendedor 2011, que acontece de 4 a 8 de outubro, realizada pelo Sebrae na Bahia, no Centro de Convenções, em Salvador. A Feira vai mostrar diversas oportunidades para micro e pequenas empresas (MPE) melhorarem seus empreendimentos.

Segundo o proprietário da Atak Ideias Criativas, Helderlei São José, as MPE podem se beneficiar dessas ações. “Trata-se de iniciativas bastante eficientes. Causam impacto e, geralmente, são de baixo custo”, explica. Ele destaca que o marketing de guerrilha possui aliados importantes, que são as redes sociais. “As campanhas de marketing de guerrilha geram muitos comentários por parte de quem presencia e essa divulgação boca a boca vai se ampliando por meio das redes”, diz.



fonte: http://www.dci.com.br/Marketing-de-guerrilha-pode-beneficiar-pequeno-negocio-9-389437.html

Governos do Pará e Mato Grosso trabalham para integrar a logística dos dois estados


Os governos do Pará e do Mato Grosso deram um passo importante para realizar o sonho da integração logística Norte e Centro-Oeste a partir do eixo da BR-163, a rodovia Santarém-Cuiabá. O governador do Pará, Simão Jatene, foi encontrar-se neste domingo, 4 de setembro, com o governador do Mato Grosso, Sinval Barbosa, no distrito de Castelo de Sonhos, município de Altamira, que fica à margem da rodovia. O encontro faz parte da “Rota da Integração”, um movimento que une os governos dos dois Estados e que está levando um grupo de empresários chineses a percorrer a BR-163, com o objetivo de avaliar a possibilidade econômica de implantação de uma ferrovia acompanhando o traçado da rodovia. “O governo do Pará tem todo o interesse em ser parceiro neste investimento que vai possibilitar a criação de um novo caminho para o escoamento da produção brasileira, desafogando os portos já congestionados das regiões Sul e Sudeste, reduzindo custos logísticos e, principalmente, abrindo novas perspectivas econômicas para os municípios do Pará e do Mato Grosso localizados às margens do eixo da BR-163”, afirmou o governador Simão Jatene.
Em Castelo de Sonhos, os dois governadores participaram da abertura da terceira “Festa do Boi no Rolete”, promovida pela associação de produtores rurais do distrito. “A BR-163 é a espinha dorsal da logística nesta região e é fundamental para o escoamento da soja do Centro-Oeste pelo porto de Santarém. Temos um compromisso da presidente Dilma de que os recursos para a conclusão da rodovia já estão assegurados.  Agora, estamos prospectando junto com o governo do Pará esse grande projeto que é o da construção de uma ferrovia e a China já demonstrou interesse em participar do investimento junto conosco”, afirmou o governador Sinval Barbosa. O grupo interessado é o China Railway Engineering Corporation (CREC) responsável pela construção e administração de quase 45 mil quilômetros, dos 90 mil quilômetros de ferrovias existentes na China.
Para o governador Simão Jatene as populações que vivem à margem da BR-163 são exemplo bem sucedido de determinação. “É uma gente que se dispôs a enfrentar e superar desafios”, afirmou, acrescentando que o governo do Mato Grosso “é um grande parceiro e amigo. Vivemos hoje um momento histórico e não serão os limites territoriais, as diferenças de cor, raça ou credo ou as diferenças partidárias que nos servirão de empecilho para enfrentar com projetos consistentes a pobreza e a desigualdade que existem nos dois Estados”, disse Jatene.
O governador do Pará também fez questão de ressaltar que a conclusão do asfaltamento da BR163 é uma dívida do Brasil com o Pará e com o Mato Grosso. “O Brasil precisa nos ver com um novo olhar. É preciso que sejamos respeitados como membros dessa Federação. Nós, aqui na Amazônia, somos capazes de fazer desenvolvimento com sustentabilidade, sim, e o programa municípios Verdes desenvolvido pelo Pará é um exemplo disso. Nós sabemos como fazer”, disse Jatene.
O governador paraense aproveitou a passagem por Castelo de Sonhos para cumprir alguns compromissos assumidos durante a campanha, como a entrega de uma viatura para a Polícia Civil, que passará a contar com um delegado permanentemente no local, e outra para a Polícia Militar que atua no distrito. Jatene assinou convênio com a prefeitura de Altamira que permitirá a aquisição de um veículo com tração nas quatro rodas para ser adaptado como ambulância e utilizado pelo posto de saúde de Castelo dos Sonhos. O governador anunciou, ainda, a construção de um hospital e de uma unidade integrada de policiamento em Castelo de Sonhos. “Também vamos, da forma mais rápida possível, colaborar para que a prefeitura de Altamira possa contratar mais um médico e mais uma enfermeira para atuarem no posto de saúde que já existe no distrito”, afirmou Jatene.
Nesta segunda-feira, 5 de setembro, os dois governadores voltam a se encontrar no distrito de Miritituba, no município paraense de Itaituba. O governador Simão Jatene chegou no final da tarde de domingo em Itaituba e foi visitar duas áreas que poderão abrigar o Hospital que o governo do Estado quer implantar no município. Acompanham a comitiva do governador Simão Jatene o presidente da Assembleia Legislativa, Manoel Pioneiro, o deputado estadual José Megale, o deputado Federal Wandenkolk Gonçalves, e os secretários estaduais Luiz Fernandes (Segurança), Helio Franco (Saúde) e Sidney Rosa (Produção).
Secom
http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=83686
fonte: 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Mercadante anuncia interesse de 25 empresas em produção de tablet nacional...




O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, anunciou nessa sexta-feira (12), ao ser empossado presidente do Conselho de Administração da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que ao menos 25 empresas demonstraram interesse em produzir tablets no Brasil.   Dentro dessas 25, pelo menos nove já estão praticamente licenciadas para atuarem no território nacional. Para ilustrar quais seriam as empresas, Mercadante confirmou o interesse das internacionais Apple, Motorola, Samsung, Semp Toshiba, Positivo, Itautec e LG.


Para o ministro, o aumento de empresas concorrentes vendendo o mesmo produto tende a beneficiar o consumidor. Além disso, Mercadante acredita que até o Natal já vão existir boas opções para os clientes. “Vai ser abundante [a oferta] e eu acho que nós vamos ter, no Natal, muitas opções de qualidade, de preço, de formato. A concorrência é o melhor caminho para o consumidor usufruir [de um produto],” defendeu o ministro. No mais, Mercadante acredita também que a desoneração de 31% dos impostos federais e parte dos municipais e federais vão incentivar o consumo e a produção.


Como uma estratégia para valorizar o uso de produtos nacionais na produção de tais aparelhos, no primeiro ano será obrigatório conter 25% de conteúdo nacional. A expectativa é que a quantia cresça para 80% no período de três anos.


Até o momento, não há informações sobre as regiões onde as empresas vão instalar as suas fábricas. De acordo com o ministro, a escolha do local fica a critério das próprias produtoras. De qualquer maneira, Mercadante acredita que a produção nacional vai conseguir conquistar clientes também no mercado estrangeiro.

fonte: http://www.noticiasbr.com.br/mercadante-anuncia-interesse-de-25-empresas-em-producao-de-tablet-nacional-13729.html

CALOURADA UNIESSA 2011-2: Festa Brega!!!


Vem aih a calourada UNIESSA, com o tema "Festa Brega", dia 09 de setembro (sexta).

PREMIAÇÃO PARA GAROTO E GAROTA MAIS BREGAS e muito mais!

Revire seu guarda roupa e venha participar com a gente!

Até lá,
EQUIPE UNIESSA.

Senado deve ampliar gasto com locação de carros para senadores...


Por conta da desclassificação de duas empresas que participavam da licitação para a locação de veículos, o Senado deve ampliar em 12,4% o gasto com a substituição da frota de veículos dos 81 senadores por carros alugados.


A Casa desqualificou as empresas sob a acusação de conluio e optou pela terceira classificada na disputa --que ofereceu um valor mais elevado para cada carro.


As empresas desclassificadas ofereceram o valor de R$ 1.770,00 para o aluguel mensal de cada veículo. Terceira colocada na disputa, a empresa LM Transportes, Serviços e Comércio Ltda foi declarada vencedora com a oferta mensal de R$ 1.990,00 por um carro modelo Renault Fluence - valor que representa 12,4% a mais que os propostos pelas duas empresas desclassificadas.


Uma das empresas que perdeu a licitação, a Rosário Locadora de Veículos, deixou o pregão por ter como um de seus sócios um servidor licenciado do Senado. Em nota, a diretoria-geral do Senado confirmou a decisão.


"No que tange à denúncia de participação de servidor do Senado no quadro societário, o pregoeiro deliberou pela desclassificação da licitante Rosário. Sob o ponto de vista meramente normativo, a diretoria-geral entende que a lei também alcança os servidores licenciados do Senado Federal", diz a nota.


Com a vitória da LM Transportes, o Senado vai gastar anualmente com o aluguel de veículos recursos da ordem de R$ 1,9 milhão. Inicialmente, o valor previsto no pregão era de R$ 1,7 milhão por ano.


No início do processo, a Casa estava disposta a pagar R$ 6,1 mil por carro mensalmente. Mas acabou reduzindo o valor diante da oferta das empresas. Entre itens exigidos no pregão para os veículos estão ter quatro portas, ar-condicionado e airbag. Hoje, os parlamentares usam carros do Senado, que serão leiloados por estarem, segundo a assessoria da Casa, em estado ruim de conservação.


Além de ficar responsável pela frota, a empresa vencedora também terá que cuidar da manutenção dos veículos. Motoristas e gasolina continuam sendo bancados pelo Senado.


A justificativa da assessoria da Casa é que o aluguel de carros para os senadores proporcionará uma economia com manutenção e conservação. O primeiro-secretário, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), argumenta que a garagem e oficina instaladas no Senado serão desativadas. A frota atual, segundo a Casa, tinha quase dez anos de uso.


A primeira empresa desclassificada, a Giro Locadora de Veículos, apresentou o menor preço - mas foi reprovada pela equipe técnica da Casa no quesito capacidade financeira. No total, 38 empresas apresentaram propostas, segundo o Senado.

domingo, 7 de agosto de 2011

Dilma determina "tolerância zero" contra fraudes nas importações...





Dilma determina "tolerância zero" contra fraudes nas importações

CDTV - Convergência Digital :: 02/08/2011

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse nesta terça-feira, 02/08, durante o lançamento do Plano Brasil Maior - que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff e de todo o seu ministério - que o governo fará ampla defesa do mercado interno contra as importações.

“A ordem é tolerância zero com todo tipo de importação fraudulenta, com todo tipo de pirataria e com todo tipo de triangulação de produtos. Vamos defender com afinco porque é obrigação do Estado brasileiro defender a nossa produção local, o nosso mercado interno. Medidas como essas são um passo muito forte e decisivo no fortalecimento da nossa indústria e na defesa do nosso mercado”, destacou.

Pimentel assinou um convênio com o Ministério da Justiça com a intenção de de criar um grupo de inteligência para o combate às importações fraudulentas. A parceria conta ainda com a participação de agentes da Polícia Federal.

A medida, segundo ele, cria um “efetivo instrumento de intervenção”. A força policial integra a fiscalização que já conta com a participação da Receita Federal. “Até este momento, o Brasil não tinha criado mecanismo conjunto de atuação dessas três forças. Isso vai dar poder muito grande, um poder efetivo de coibir as práticas fraudulentas de importação”, explicou. Empresários presentes ao evento aplaudiram a decisão do governo.



fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=27131&sid=21

Banda larga móvel cresce 67% no 1º semestre...

O Brasil fechou o semestre com 43,7 milhões de acessos em banda larga, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). De janeiro a junho, 8,5 milhões de novas conexões foram ativadas, o que significa que a cada dois segundos um novo cliente passou a ter acesso à internet em alta velocidade. Nos últimos 12 meses, houve um crescimento de 49% na base de clientes, com 15,5 milhões de novos usuários de banda larga.

O levantamento da Telebrasil leva em conta os acessos em banda larga fixa e móvel, incluindo modems e celulares de terceira geração (3G), que permitem conexão à internet em alta velocidade. Somente em junho, 1,8 milhões de novos acessos foram ativados em todas as modalidades, o que representa uma evolução de 4,3% frente a maio de 2011.

Do total de conexões registradas no fim do primeiro semestre, 15,8 milhões são em banda larga fixa, que apresentou uma evolução de 26% desde junho de 2010. A banda larga móvel, por sua vez, cresceu 67% no período, chegando a 27,9 milhões de acessos em junho. Nesse segmento, os modems de acesso móvel à internet somaram 6,7 milhões, com crescimento de 21,5% nos últimos 12 meses, e os celulares 3G chegaram a 21,3 milhões, com evolução de 90% no mesmo período.

De acordo com dados da pesquisa TIC Domicílios 2010, divulgada pelo Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), a expansão dos acessos à internet pela banda larga móvel tem sido bastante significativa. No ano passado, o crescimento frente a 2009 foi de 67% na área urbana e de 63% na área rural.

Segundo a pesquisa, mais de 78% dos acessos à internet nos domicílios brasileiros são feitos em banda larga. O número de acessos por conexão discada vem caindo nos últimos anos. De acordo com o CGI, em 2010, 13% dos domicílios ainda utilizavam acesso discado. Esse número, no entanto, é 35% menor do que o percentual registrado no ano de 2009, quando 20% dos internautas usavam essa modalidade de conexão. Os demais entrevistados não souberam informar ou não responderam.

As conexões, ressalta ainda o estudo da Teelbrasil, também se tornaram mais rápidas no último ano. De acordo com a TIC Domicílios 2010, 39% das residências são conectadas a velocidades acima de 1 Mbps (megabit por segundo). Essa evolução foi de 77% frente a 2009, quando apenas 22% se conectavam a essa velocidade.

Se forem consideradas as conexões acima de 2 Mbps, o crescimento foi ainda maior, de 114%, saltando de 7% dos domicílios em 2009 para 15% dos domicílios em 2010. Nas velocidades mais baixas, até 1 Mbps, houve queda de 27%, passando de 55% dos domicílios para 40%, caracterizando assim uma migração dos clientes para velocidades maiores, o que se refletiu no aumento da velocidade média da banda larga no Brasil que passou de 1,3 Mbps em 2009 para 1,7 M Mbps em 2010.

http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=26921&sid=17
Fonte: Telebrasil


BRICs respondem por 40% do faturamento das teles móveis...

Operadoras móveis nos BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China – esperam um rápido avanço sobre o mercado mundial e devem superar os Estados Unidos em faturamento ao final de 2012, revela estudo da Wireless Inteligence.

Levantamento mostra que operadoras nos principais países em desenvolvimento registraram o mais forte crescimento das receitas nos últimos anos, gerando um total de US$ 170 bilhões em 2010 – US$ 30 bilhões acima do registrado em 2008 – e o faturamento deverá superar os US$ 200 bilhões no próximo ano.

O estudo prevê ainda que o faturamento total gerado por operadoras móveis chegará a US$ 1,1 trilhão em 2012, com crescimento puxado pelos países em desenvolvimento, que deverão responder por 40% das receitas – fatia que era de 33% há quatro anos.

“Essa tendência enfatiza o papel crítico que as economias em desenvolvimento desempenham, enquanto o alto nível de maturidade das economias desenvolvidas levou, efetivamente, a uma paralisação do crescimento das receitas”, avalia o analista sênior da Wireless Inteligence e autor do relatório, Joss Gillet.

Ele ressalta que o avanço do faturamento global é alimentado pela expansão das operadoras no Brasil, Rússia, Índia e China, assim como nas economias asiáticas em rápido crescimento.

De acordo com o documento, o faturamento global foi de US$ 1,05 trilhão no ano passado, sendo que as empresas investiram cerca de US$ 200 bilhões em investimentos (Capex) ao longo de 2010.

Nos países desenvolvidos, o aumento das receitas se mantém no patamar de 2% ao ano desde 2009, sendo que pelo menos 40% das operadoras nesses mercados relataram redução no faturamento no ano passado.

Essa queda está diretamente ligada à crise financeira internacional, uma vez que as empresas mais atingidas são Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha, além da República Tcheca e da Hungria – esses na Europa – e Bahrein e Emirados Árabes.

Enquanto isso, as empresas com participação substancial nas economias em desenvolvimento – como a América Móvil e a Telefônica – registraram fortes aumentos no faturamento em 2010, indica o relatório.

“Durante o pior da recessão, as operadoras móveis nos mercados desenvolvidos foram forçadas a reduzir os gastos de capital para preservar o caixa, mas começamos a ver uma retomada dos investimentos em redes no ano passado”, diz Gillet.

As receitas com serviços de voz ainda respondem por 75% do faturamento, em média, nos países em desenvolvimento – e por 70% nas economias desenvolvidas. Já o faturamento com dados (sem contar mensagens) representa 16% do total – 11% nos países em desenvolvimento.

A Wireless Inteligence calcula que mais de um terço do faturamento total virá, em 2012, de serviços que não são de voz, sendo que somente os serviços de dados deverão chegar perto de 20%.



fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=27073&sid=17

terça-feira, 26 de julho de 2011

Superávit cresce...


O desempenho da balança comercial brasileira tem sido fonte de surpresa para os analistas neste ano. No começo de 2011, os economistas do mercado financeiro acreditavam que o superávit (exportações menos importações) não seria superior a US$ 9 bilhões neste ano.
Entretanto, os últimos dados divulgados pelo governo mostram que, na parcial de 2011, até 24 de julho, a balança acumulou um saldo positivo de US$ 16,1 bilhões - com crescimento de 71,8% frente ao mesmo período de 2010. Valor bem acima do esperado inicialmente para o ano fechado.

A grande surpresa ficou por conta dos preços das chamadas "commodities", que são os produtos básicos com cotação internacional, como minério de ferro, petróleo, e alimentos, como soja. Com o preço destes produtos em alta, as vendas externas se tornam mais rentáveis - o que aumenta o valor das exportações.

Os dados do governo federal mostram que as vendas externas dos produtos básicos, impulsionadas pelos preços das "commodities", subiram 44%, para US$ 56 bilhões no primeiro semestre, enquanto as exportações de semimanufaturados e manufaturados cresceram, respectivamente, 29,7%, para US$ 16,1 bilhões, e 19,1%, para US$ 43,3 bilhões.

A principal reclamação dos empresários para o crescimento dos produtos acabados (manufaturados) ser menos da metade da taxa de expansão dos produtos básicos é o câmbio. Com o dólar baixo, as exportações se tornam mais caras, ao mesmo tempo em que as compras do exterior se tornam mais acessíveis. Além disso, também reclamam da alta carga tributária, da taxa de juros elevada no mercado interno e dos custos de logística, entre outros.


Frango em conserva
Mesmo com o dólar baixo e todos estas dificuldades, alguns produtos manufaturados brasileiros têm se destacado no exterior. As vendas externas de carne de frango processada, os chamados "marinados", também cresceram fortemente neste ano. Dados do Ministério do Desenvolvimento revelam que a taxa de crescimento, no primeiro semestre, somou 38%, para US$ 280 milhões.

"O aumento aconteceu porque, no ano passado, a gente teve preços não convidativos para processados. Nesse ano, melhoraram os preços e o estímulo para as vendas foi maior. O mercado mais exigente de todos, de referência, é a União Europeia. A China comprou frango brasileiro sem ter mandado uma missão para cá por ter como referência o fato de exportarmos para a União Europeia, que não importa carne de frango dos Estados Unidos por exemplo. O produto brasileiro é visto com muita simpatia em muitos países. É saudável, orgânico. Temos conseguido conquistar e crescer nos mercados exigentes", declarou Francisco Turra, presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef).


Veículos de carga e máquinas agrícolas
Dados do Ministério do Desenvolvimento mostram que as exportações de veículos de carga e máquinas agrícolas, entre outros, também têm boa demanda do exterior.

As vendas externas de veículos de carga avançaram 39,8% no primeiro semestre deste ano, para US$ 989 milhões. Já as exportações de partes e motores para veículos automóveis cresceram 44,4% em igual período de comparação, para US$ 929 milhões. No caso dos tratores, as exportações subiram 56% no primeiro semestre deste ano, para US$ 619 milhões, enquanto outras máquinas e aparelhos para uso agrícola tiveram incremento de 40,7% nas vendas externas, para US$ 395 milhões.

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), os resultados de exportações de caminhões e máquinas agrícolas são decorrentes, "em grande parte", da recuperação das exportações para mercados atingidos pela crise de 2008 e 2009, que estão voltando "gradualmente" a demandar.

"Há reconhecimento de que caminhões, ônibus e máquinas agrícolas produzidas no Brasil têm nível global de qualidade; aqui estão as inovações tecnológicas contemporâneas. Não há defasagem em termos de tecnologia entre produtos brasileiros e feitos no exterior. Os produtos brasileiros são globalizados, uma vez que aqui estão instaladas com fábricas, as principais marcas mundiais desses produtos", avaliou a Anfavea. Segundo a Associação, a presença dos caminhões e máquinas agrícolas brasileiros no exterior se dá nos cinco continentes.
Portal G1fonte: http://www.aviculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/superavit-cresce,20110726092111_I_035,20090313114400_K_069.aspx

Marketing agrícola...


Entidades e empresas ligadas ao agronegócio anunciaram ontem, em São Paulo, um projeto que promete tirar do papel uma demanda antiga e recorrente no setor: uma estratégia de comunicação com o objetivo de melhorar a imagem da produção agropecuária no Brasil. Batizado de "Movimento Sou Agro", o plano prevê uma ofensiva publicitária "sem precedentes" e que já consumiu R$ 13 milhões - arrecadados junto a empresas como Bunge, Cargill e entidades patronais, como a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa).

O ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, articulador do movimento, disse que projetos semelhantes são realizados na Europa e nos EUA há décadas e que o Brasil ficou para trás. "Lancei esta ideia há quase 20 anos, mas as empresas nunca se interessaram em financiá-la. Houve um amadurecimento. É a primeira vez que todos os segmentos da cadeia se articulam em uma campanha única".

"Queremos sensibilizar 70 milhões de brasileiros nos próximos três meses e criar um vínculo emocional entre os públicos urbano e rural", afirma Adalgiso Telles, diretor corporativo da Bunge e um dos coordenadores do projeto. Desde ontem começaram a ser veiculados nas emissoras de TV e rádio inserções protagonizadas pelo atores globais Lima Duarte e Giovanna Antonelli, que exaltam o agronegócio. Também serão veiculados anúncios em jornais, revistas, painéis e monitores em aeroportos.

Embora a preocupação seja defender o setor contra o que os organizadores do movimento classificam como "série de inverdades", em temas como Código Florestal, pauta de exportações e compra de terras por estrangeiros, a campanha na grande mídia não deve tocar nesses temas. Este trabalho ficará com a "Rede Agro", um think tank criado com o objetivo de divulgar pesquisas e rebater críticas ao setor veiculadas na imprensa.
Valor Econômico